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Satori Rei

CONSCIÊNCIA DE ENERGIA UNIVERSAL

Mês

Agosto 2015

Consciência – A Essência Universal

Por existirmos, somos Consciência. Tudo o que existe foi concebido pela Consciência. O que é a Consciência? O que é o Criador? Estas são uma e a mesma pergunta.

Cada vez que uma nova definição de Consciência aparece, apenas complementa todas as outras. O universo é a Consciência, o “físico”, o etérico, o imaginário, o espaço, o tempo, a vida, tudo. Há tantas definições quantas manifestações, infinito! É a experiência, a aprendizagem, a interação, o conhecimento de si e de outros. É auto inteligente, reinventa-se a si própria e cria todo o resto. É a energia, a singularidade e o Vazio que precede e a envolve. É a Fonte.

Não sendo criada e nem destruída, transforma-se em qualquer estado em que possa imaginar. A matéria física pode ser uma ilusão da perceção, mas a Fonte, a Consciência, é tão real quanto o nosso pensamento e imaginação. Só podemos compreender alguns níveis superficiais, o horizonte de evento, uma vez que ainda não somos capazes de sentir da perspetiva do Vazio. Imagine a sensação de completude que poderia ser.

Dizemos que crescemos em consciência, mas é a consciência que nos faz crescer a nós. Á medida que se transforma e experiencia, expande-se, evolui, e contrai-se em si mesma. Da Fonte para a manifestação, e de volta para a Fonte. De si própria para fora de si, e de volta para dentro, interminavelmente.

A natureza da consciência é “A Energia”, o seu espaço de manobra é a criatividade. Só há uma energia tão poderosa, e criativa, que move o universo além de suas ilusórias fronteiras, ao mesmo tempo que gravitacionalmente segura tudo junto. É o que chamamos Amor. A natureza da Consciência é o Amor.

Amar é estar “aberto” à vida e novas experiências, diferentes perspetivas, e facetas de si mesmo. Quando “recusamos” amor, quando temos medo, fechamo-nos em um ciclo de baixas vibrações, e negamo-nos as novas experiências. Permanecemos fechados em uma única realidade, como um “sistema fechado”. Desligamo-nos da essência, desligamo-nos da Fonte. Estar consciente, ou tomar consciência é aprender algo mais, algo diferente, além das limitações do nosso entendimento, …é amar.

Quando recolhermos todas as migalhas e ligarmos todos os pontos, vamos perceber que o amor, a evolução, a criatividade, o conhecimento, são tudo sub-definições de Consciência. Não existe separação, não há divisões, é tudo a mesma coisa. E só então, quando podermos sentir verdadeiramente a Unidade de todos estes conceitos, podemos apenas SER, a Fonte.

Eli de Lemos

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Mude-se a si, e mudará o Mundo

É tão simples mudar o mundo, se apenas, todos soubéssemos! Podemos mudar o mundo de alguém, tão rapidamente como um sorriso, dando esperança ou sentir o que eles sentem. O desafio é mudar a si mesmo, mudar todo o mundo a partir de dentro, e é essa a mudança que devemos abraçar sobretudo. Está ao nosso alcance, pois nós somos o Mundo.

Estamos satisfeitos com o que nos tornámos? Se não, então é preciso mudar. O que nos impede de mudar? Simples, nós mesmos! Nada nos impede, nada mais tem esse poder, a não ser se permitirmos. O nosso medo nos impede, a nossa falta de fé nas nossas capacidades, nos nossos próprios sonhos.

Se o nosso mundo é um reflexo do nosso estado interior, então lógico que a mudança deve vir de dentro. Podemos mudar de perspetiva, encontrar o nosso elemento, a nossa maior motivação interior, a nossa paixão! Acreditarmos, confiarmos, visualizarmos e dar o derradeiro salto de fé. Nós sentimos a mudança, sentimos a sua energia, seja qual for a frequência que queremos manifestar. Uma vez que sabemos o que queremos é muito simples, permanecer focados, porque mais ninguém pode fazer isso por nós. Só nós próprios sabemos o que queremos, os nossos sonhos pessoais, e o que nos faz prosperar. Mas temos de acreditar em nós próprios. Temos de abrir o nosso coração, ouvir o que ele nos diz, e permitir que ele nos guie.

É impossível saber todo o caminho, vamos aprendendo à medida que se vai desenrolando, que vamos precisando. Constantemente os nossos caminhos se cruzam com outros, pois somos todos manifestações de UM. Para que possamos crescer juntos, nós inspiramos uns aos outros, e tudo começa em cada um de nós. E cada vez que nos sentirmos menos motivados, encontramos alguém que nos dá força, com um sorriso, com palavras de conforto e esperança, e o ciclo recomeça.

Há tantas maneiras de mudar o mundo, se nós realmente acreditarmos!

Eli de Lemos

Estado puro de iluminação: Já chegámos?

Despertar, ascensão, o Estado puro de iluminação são os conceitos mais debatidos do nosso tempo. De repente, toda a gente se tornou um perito, um verdadeiro iluminado, mas quantos realmente compreendem o seu significado?

Em primeiro lugar, é um processo longo, muito longo e uma difícil jornada. Há rosas e milagres ao longo do caminho, mas os verdadeiros milagres são a aceitação e o entendimento de como cada desafio, cada pedra no nosso caminho é a porta de entrada para “o céu”.

Há muitos equívocos que devem ser esclarecidos: quando começa o processo de mudança? Trata-se de um processo seletivo? Podemos todos ser iluminados? Quando alcançarmos o estado puro, o que acontece depois? Como é que sabemos se estamos lá? Será que isso nos torna especiais?

Talvez a melhor forma de entender o caminho da “Ascensão” é renomeá-lo para um simples conceito: Evolução, um processo natural universal, para toda a criação. Tudo evolui, em forma, consciência e conhecimento. É um direito de todos, sem exceções! Toda a vida está sujeita à evolução, e isso começa no segundo cada um de nós nascemos.

Contrariando a “teoria do caos”, o universo obedece a certas leis universais, em que nada é criado ao acaso, tudo tem um propósito. O modelo da Criação repete-se em todos os níveis: “Como acima, assim abaixo”. A Evolução é uma criação padrão, desde o início do tempo e para toda a eternidade. Não há fim!

Como toda a Vida é a Consciência, e a Consciência é o Conhecimento, todos nós temos uma escolha. Uma das maiores bênçãos e mal usado poder de criação é o Livre Arbítrio. Tenha cuidado com o escolhe, pela palavra, pelo pensamento, pelo sentimento, porque tornar-se-á realidade!

A Consciência é uma constante evolução, reapresentando-se em todas as infinitas formas e níveis de complexidade. A experiência é o objetivo da existência. Como tal, temos de aceitar e compreender que há uma Ordem Superior, um equilíbrio natural universal, a base de toda a criação, incluindo o nosso mundo e todos os seus desafios, embora ainda não sejamos capazes de compreender toda a simplicidade. Portanto, é no direito de livre-arbítrio a escolha à “ascensão”, ou não, ou melhor dizendo: quando!

Quanto ao ” Será que isso nos torna especiais?” Sempre fomos!

Namastê _/|\_

Eli de Lemos

O que esconde o Julgar

O julgamento não é mais do que um vício mental. E como todos os vícios, esconde as nossas fragilidades e inseguranças. Mais uma evidência do Medo pela diferença, das capacidades dos outros e até de nós próprios.

 

É de vital importância questionar tudo, cada atitude, cada pensamento, pois é na sua origem que se esconde a Verdade, o que nos move interiormente. Julgarmos os outros, nada tem a ver com o comportamento alheio, mas sim com o nosso estado interior. Julgamos porque pensamos com a mente racional e não com o Coração Mente. Julgamos porque temos medo, por nos sentirmos confrontados, porque não nos aceitamos como somos, porque não temos a coragem de ser melhor. O facto de não admitirmos as nossas “falhas”, torna-nos na maioria das vezes o carrasco dos outros.

 

Como se diz popularmente “a mentira tem perna curta”. Podemos brincar às escondidas com a realidade de como somos, mas eis que verdade não perdoa, e reflete-se em todos com quem nos cruzamos. Por isso julgamos. Julgamos os outros sem compreender que estamos apenas a julgar um reflexo de nós próprios.

 

Cada qual é como é! Cada pessoa comete os seus erros e aprende por si mesma, pelas consequências das suas ações e pensamentos. E é única e exclusivamente responsabilidade de cada ser, a sua mudança e evolução. Chama-se Livre Arbítrio. Não há outra realidade.

 

Muitos argumentariam que o ato de julgar o próximo é para o seu bem. Mas o maior bem que podemos fazer pelos outros é aceitá-los como são e amá-los mesmo que imperfeitos. Afinal, não somos todos imperfeitos e suscetíveis a erros?

 

A Paciência, a Humildade, a Compaixão, são as maiores lições dos seres mais sábios, que aceitam, e compreendem a origem das “falhas” humanas, como aprendizagens em benefício do melhoramento do Ser.

 

“De sábios e loucos, todos nós temos um pouco”, resta-nos explorar essas virtudes!

 

Eli de Lemos

O Conhecimento no Sentir

O Conhecimento é algo de verdadeiramente extraordinário. Sabemos porque sentimos, mas até encontrarmos as palavras corretas não o sabemos explicar.

O Universo comunica através de sensações, através de sentidos extra físicos, ou não fosse a sua essência, o verdadeiro Viver, o Sentir. O universo não comunica por palavras, pois palavras limitam um potencial que num universo infinitamente criativo, muda e evolui a cada momento.

Como pontes de ligação entre o saber e o sentir, as palavras simplesmente abrem a porta do Conhecimento Sentido, o verdadeiro Saber. Por exemplo, sabemos o que é o Amor, não pela palavra em si, mas pelo que sentimos da palavra, a sua energia, vida.

Como seres universais que somos, comunicamos mais por energia pura do que com verbalizações. A cada sorriso sincero, a cada agradecimento genuíno, em cada frequência emitida pelo Coração singularidade (Fonte Interior). Um olhar diz mais que mil palavras, um abraço, um beijo…

O Sentir conhece a Verdade, a intenção pura, não usa máscaras, nem perpetua ilusões.

Eli de Lemos

A incondicionalidade do Amor

Há pouco tempo, escrevi sobre o “Amor Incondicional”, para descrever a sua essência, o seu verdadeiro significado, para que através do conhecimento comecemos a praticar e sentir o Amor pelo que realmente é. E aprendi uma grande lição. Num dos comentários ao artigo, uma pessoa escreveu e muito bem, “porquê chamar-lhe de amor incondicional”, amor é amor puro e simples, denominar de incondicional implica o conceito de um amor condicional.

Pelo que compreendo a denominação de “Amor incondicional”, um conceito New Age, espiritual, de descrever o Amor Fonte e Criador, poderá de facto estar ultrapassado e deve ser corrigido por simplesmente: Amor. Acabam-se as dualidades, os conceitos subjacentes, e mal interpretados. O Amor Universal é incondicional, mas para quem consegue atingir a sua frequência e compreensão interior, sabe que a sua incondicionalidade está subentendida, e não necessita de referência, “para bom entendedor meia palavra basta”.

Por outro lado, compreendo também que ainda nos dias de hoje há uma certa necessidade no uso da palavra e conceito, para esclarecer a maioria que ainda crê que amor significa “ amar quem nos ama, e esquecer quem nos esquece”.

A sua incondicionalidade significa literalmente: amar-nos a nós próprios, amar quem nos ama, amar a natureza, animais e tudo o que nos rodeia, mas principalmente, e o estado mais desafiante de todos, amar quem não nos ama. É por esta razão que atingir o estado de Amor pleno, implica na maioria das vezes uma vida inteira, ou até várias vidas. Requere uma absoluta paz interior, maturidade emocional, uma compreensão elevada e estável de Unidade, somos todos UM!

Cada um de nós é uma célula neste Universo, não amarmos alguém é não amarmos uma parte de nós próprios.

Eternamente grata á pessoa que me despertou para esta lição, e pela oportunidade de a partilhar com todos!

Eli de Lemos

Significados básicos e vibrações adicionais

Há muito tempo, criamos a linguagem verbal como forma de comunicar mais eficientemente, verbalizar os nossos pensamentos, identificar objectos, fenómenos e compartilhar o conhecimento ao longo do tempo e até mesmo do espaço. Creio que a intenção era pura embora hoje a linguagem não seja livre de erros e nem objectiva o suficiente para evitar interpretações incorrectas. Na verdade, foram adicionados duplos significados, encargos emocionais a um vocabulário simples e funcional o suficiente. “Vamos manter as coisas simples.”

 

Algumas palavras já contêm uma frequência determinada. Como confirmado por Dr. Masaru Emoto e os cristais da água, que reflecte sem dúvida a sua energia. Palavras como “Amor”, “obrigado”, “ódio”, são claramente verbalizações de emoções. Mas há outras palavras, criadas apenas pela sua funcionalidade e identificação que perderam o seu sentido fundamental.

 

Dependendo do contexto cultural, mas, principalmente, pela consciência ou falta de, como iremos compreender, todas as palavras vêm anexadas a emoções e sempre espelhando a avaliação de bom/mau. A maioria de nós, e produto de uma sociedade muito movimentada e ruidosa, não ouvimos mais todas as palavras, tal como computadores em busca rápida por palavras padrões para fazer a sua interpretação. Nós perdemos o contexto, tiramos conclusões e fazemos julgamentos precipitados pela capa, sem sequer abrir o livro. Perdemos a comunicação a fim de economizar tempo!

 

O meu primeiro pensamento foi “Nós devíamos reescrever os dicionários! “, mas isso não resolveria a questão. A verdadeira causa deste caos verbal reside na nossa percepção, por uma mentalidade baseada em medo desde há milénios. A forma como comunicamos e as vibrações das palavras que emitimos são um reflexo do nosso estado de consciência interior. À medida que nos tornamos mais conscientes e centrados interiormente em Amor, a nossa comunicação torna-se mais clara, mais pura, e de uma forma muito mais eficaz. Tornamo-nos completamente honestos nas nossas intenções, eliminando os padrões de distorção de interpretação e entregando a mensagem.

 

Agora é tempo de reavaliar as nossas habilidades de comunicação. Que mensagens e vibrações estamos na verdade a enviar? Que palavras tendemos a usar sub-conscientemente que, de fato, estão a influenciar e criar a nossa realidade? Não é por acaso que o mundo de hoje é uma realidade muito exigente com base no modo como nós “comunicamos”, e é da responsabilidade de todos, porque todos nós somos parte.

 

Como vamos aprender com “o tempo”, a experiência e a consciência acima de tudo, há formas mais eficazes de comunicação, baseado em emoções puras e básicas, como com os animais e as plantas, mas tudo no seu devido tempo. Por agora, um simples cuidado com cada palavra já significaria uma grande diferença.

 

Eli de Lemos

O Perdão

O Perdão é o primeiro passo para o Amor. A mudança de atitude e frequência começa pela libertação de “amarras” de baixas vibrações para com o passado e subconsciente.

 

Sendo mais fácil perdoar os outros do que nos perdoarmos a nós próprios, pela ilusão de controlo, pela busca irreal da perfeição, que sub-conscientemente mantemos ou por simples resistência à Aceitação dos factos como são, face ao que gostaríamos de ter sido.

 

Comecemos pelo mais desafiante, pelo auto-perdão. O primeiro passo é a Aceitação, aceitar o que foi e como aconteceu. O passado não pode ser alterado, já passou, mas pode e deve ser aceite. A sua não-aceitação faz-nos não só reviver todos os acontecimentos passados mais significativos, e normalmente pelo medo, como também viajarmos constantemente por realidades paralelas, no mundo do “e se…”; “se eu soubesse”, “se tivesse dito assim”, “se tivesse feito desta forma”… Ao compreendermos e relembrarmos a nossa base, de que somos seres espirituais, de Amor, e que viemos para reaprender e experienciar a nossa essência, e que errar faz parte desse processo de aprendizagem, aceitamos que se realmente soubéssemos melhor, o teríamos feito de outra forma. Cada momento, cada situação foi cuidadosa e graciosamente proporcionada para a lição necessária, por indivíduo e no seu tempo específico. Cada situação e lição é um curso intensivo e directamente relacionado com a nossa missão pessoal, nada é ao acaso, tudo tem a sua funcionalidade! Ao revivermos sub-conscientemente situações alternativas do passado, perdemos completamente a oportunidade certa de o rectificar e de agir, no Presente, no Agora, no momento real.

 

Ao admitirmos a nossa humanidade, as nossas imperfeições humildemente, podemos também mais facilmente compreender e observar a humanidade dos outros. Ninguém é perfeito, todos erramos, tentamos, aprendemos, e todos temos direito a uma segunda oportunidade. Afinal, errar é humano! A nossa relação com os outros, a nossa compreensão, tolerância, capacidade de perdão, começa por nós mesmos, dentro de nós e para connosco próprios. Se não nos soubermos amar e respeitar, nunca poderemos verdadeiramente amar os outros nem aceitar amor. Ao contrário do senso comum, não há limites para o perdão, podemos é optar por não nos expor a situações recorrentes. Uma lição aprendida é mais um degrau atingido, novas lições e situações virão, assim é a Vida.

 

É pelo auto-perdão que iniciamos a mudança do mundo, em cada ser e nas suas manifestações. A nossa responsabilidade é a evolução interior, a elevação de Consciência, o encontrar o Amor na sua Fonte, dentro de nós no Coração Singularidade, não somos responsáveis pelos outros, pelas suas acções a pensamentos ou violaríamos a Lei do Livre arbítrio. Cada ser é livre de fazer as suas escolhas. A nós cabe-nos as nossas escolhas, a nossa consciência.

 

Eli de Lemos

O EGO – a nossa Consciência Individual

A consciência é a base de toda a existência e percepção. É o que criou o espaço-tempo, a evolução e a transcendência. A inteligência por trás de todas as cenas e cenários possíveis, a guardiã e o Criador do equilíbrio divino.

 

A fim de se expandir para além de si mesma, e experienciar uma perspectiva externa, criou o espaço, o tempo, as muitas frequências, a multidimensionalidade, uma tela infinita. Criou a separação, ou a ilusão de. Como lentes dimensionais de percepção, a consciência adaptou-se em diferentes frequências, de compreensão. Diremos que há uma Consciência Universal, o Todo, uma Consciência Colectiva, que é para onde caminhamos, a mentalidade da Unidade como estado interior, e por último, mas não menos importante, uma Consciência Individual, a consciência do ser individual, … nós.

 

Dentro do corpo físico, mas não material por natureza, a nossa consciência individual pensa e compreende a lógica primeiramente pela mente. Assim pensávamos nós! Agora, incluímos a importância da Inteligência do Coração como contato primário com a consciência da Fonte, universal. Categorizamos o Ego exclusivo da mente, a lógica racional dentro de uma mentalidade baseada em medo. Mas agora sabemos melhor. Sabemos que é, de fato, a Inteligência do Coração, de Amor Supremo e Unidade, expressando-se em uma única manifestação de si própria.

 

Poderá o Ego ser útil? Qual é a sua finalidade de existência? Tudo tem uma função, e o Ego não é excepção. Na mentalidade do medo, tudo é baseado na clássica, mas incorrecta dualidade: o Bem versus o Mal (ver artigo “Compreendendo a Dualidade”). O Ego foi rotulado como um “mau” elemento, a razão de todas as ilusões, de todas as nossas acções erradas.

 

O Ego é a nossa consciência pessoal, o que nos torna únicos. Cada um de nós existe para adicionar a nossa perspectiva pessoal e individual, para conectar e completar o “quadro principal”. À medida que entramos na dimensão da Unidade, torna-se cada vez mais evidente que na verdade somos todos Um só, uma entidade colectiva. No entanto, para chegar a esse nível, é preciso abraçar a nossa individualidade em primeiro lugar, como um oceano é feita de infinitas gotas, assim é o Todo. Cada gota conhece a sua parte, a sua finalidade: servir e ser um fractal do oceano!

 

Relativamente ao Ego ser a fonte de todas as ilusões, é por si só a maior das ilusões: não é o Ego, mas a energia do medo por detrás! Um Ego sem medo abre as portas para o seu verdadeiro potencial: a nossa perspectiva única da Verdade Universal, a nossa missão pessoal e objectivo na vida, e um passo em frente para a Unidade!

 

Eli de Lemos

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