Pesquisar

Satori Rei

CONSCIÊNCIA DE ENERGIA UNIVERSAL

Mês

Setembro 2015

Gratidão

Há frequências tão poderosas que podem mudar tudo! O Amor e a gratidão podem transformar vidas, o universo e a própria Vida em si. Criamos a realidade pela nossa atenção, “a energia flui para onde a atenção vai”. No mundo de hoje, do que estamos gratos? Antes de começar indicando qualquer negatividade, pense nisto primeiro: eu sou grata/o pelo sol que brilha a cada manhã! Eu sou grata/o por respirar, pois cada respiração prolonga a minha vida! Eu sou grata/o pela água que bebo; grata/o por esta refeição, grata/o por…

A vida é um desafio, que só pode ser compreendido pela gratidão. Quando somos gratos, percebemos quem realmente somos, o que nos mantém, a constante magia nas nossas vidas. E todos nós temos algo por ser gratos, mesmo que seja apenas por estarmos vivos, a capacidade de sonhar e a coragem para a realização dos nossos objetivos. Quando somos gratos sentimos o Amor, porque não há gratidão sem amor, ser grato é um ato de amor. Quando somos gratos pelo que temos, a nossa energia traz muito mais.

Eu sou grata por ser uma parte da natureza, de pertencer a algo tão perfeito e mágico para além das palavras. Eu sou grata por todos os ensinamentos que recebi na vida e os inúmeros professores que encontrei ao longo do caminho. Eu sou grata por todas as maravilhosas oportunidades que tive e continuarei a ter. Sou grata pela abundância com que a vida me abençoou, a minha família, os meus queridos amigos, todo o amor que me rodeia, a minha criatividade, a minha força para enfrentar cada desafio, cada lágrima, cada sorriso.

Sou grata à Vida, por estar viva, e por ter uma vida! Este é o meu exercício e meditação diária preferida. O você porque é grata/o?

Eli de Lemos

Anúncios

Dimensões de vida

As espirais são a base de tudo, a Divina Proporção. É a forma estrutural de energia e da matéria, é manifestação e empoderamento. Alguma vez questionou porque a nossa vida evolui em “círculos”, a partir de um ponto, passando por 360 graus para “finalizar” quase no ponto de partida? Porque sempre que achamos que fechamos um capítulo da vida, descobrimos novas profundidades do mesmo?

A vida não decorre em círculos, como “a mesma água nunca passa duas vezes por baixo da mesma ponte”. Em cada volta, adiciona novas experiências, novas informações, novas memórias. Cada curva e volta é uma frequência, uma dimensão de perceção e Consciência.

A próxima pergunta relevante seria, qual é o ponto de partida? O que é a singularidade? A Fonte, a mais poderosa energia do universo, como o próprio Einstein descreveu numa carta para sua filha, recentemente mundialmente publicada. A energia que conecta tudo, a inquestionável Energia de Amor. O Amor é o elemento central de todo o ato consciente, a energia que dá vida. A razão pela qual nos movemos para a frente, e para dentro também.

A espiral não é apenas uma forma, uma vez que nada é criado aleatoriamente, serve um propósito, para capacitar a própria vida. É o mais significativo exemplo universal de sua magnificência e eternidade, em que por cada vez volta cria força, adiciona energia e garante a sua próxima dinâmica. Também não é por acaso que, quando a água é submetida a este movimento estrutural, purifica a sua essência e força de vida. Reforça a frequência de amor na água.

Desafiando o tempo e o espaço, a espiral reina em ambos os sentidos e direções. Expande-se a partir da sua singularidade e cria, o tempo e o espaço, a entropia, assim como se direciona para o interior, das camadas externas, em espiral de volta ao centro Fonte, a sintropia. Criando o pulso do Universo, ligando a Fonte com a manifestação, mais rápido do que a velocidade da luz, a constante comunicação e troca de novas informações e possibilidades.

Como toda essa informação se relaciona connosco? Também nós fazemos parte desta manifestação divina. Nós somos feitos em espiral da Consciência e frequências, os nossos corpos dimensionais. Nós também podemos focar a nossa atenção para fora, criar a nossa realidade, e fornecer novas informações à Fonte, ou para dentro, para a Consciência do Coração, e ser UM com a Fonte.

Nós somos os olhos da singularidade. Somos os olhos do próprio Amor.

Eli de Lemos

Ser aceite ou não ser

A nossa vida baseia-se em ciclos. O mais comum é a necessidade de aceitação. Em algum momento das nossas vidas, queremos ser aceites por todos, e fazemos o que for preciso para isso. Nós adaptamo-nos aos outros, mudamos “quem somos” em qualquer dada situação e observador. Criamos máscaras, desempenhamos papeis, e quanto mais o fizermos, mais distante estamos de quem realmente somos. Perdemo-nos no processo.

Devemos perguntar-nos, será que é realmente assim tão mau ser quem somos? Porque se não gostamos daquilo que vemos no espelho ou sentimos por dentro, não basta mudar pelo que nos faz feliz, sem perdermos a nossa identidade? Talvez não gostamos daquilo que vemos, pois, não estamos a ver-nos, mas as nossas máscaras, medos e expectativas das outras pessoas. Enquanto não nos aceitarmos, ninguém vai, e isso é da nossa responsabilidade.

Dependendo da circunstância da vida e da nossa maturidade emocional, digamos que na adolescência por exemplo, a necessidade de ser aceite leva-nos para o estado do “não querer ser aceite”, a fase rebelde. É um processo de aprendizado, ou seja, mais como um processo de “desaprendizagem” do convencional e principalmente imposto pela sociedade para ser um “agrada a todos”.

Somos quem somos. Não pode ser de outra forma. Se não tivermos a nossa própria perspetiva particular, não haveria razão para a existência. Não poderíamos acrescentar nada de novo. Os indivíduos não são repetições de produção em massa. Os fatores autenticidade e singularidade são as chaves.

Não temos que ser aceite por todos. O principal é sermos aceites pelo próprio. O resto baseia-se nesse fundamento. Se não somos verdadeiros para connosco próprios, não podemos encontrar o nosso caminho, e vamos continuar a falhar na vida. É como tentar colocar a peça quadrada no espaço da forma triangular. Quanto mais tentarmos “calçar os sapatos” de outrem ou viver a vida das outras pessoas, mais crescemos em raiva e frustração. Com quem estamos zangados? Connosco próprios, por não nos aceitarmos e reconhecermos quem somos.

Só podemos encontrar a nossa paixão na vida quando nos encontrarmos, quando aceitarmos a nossa unicidade. Então a paz e a felicidade seguem como consequência do nosso mais precioso ato de amor-próprio. Aceitai-vos, porque não perdeis nada, a não ser o que não sois!

Eli de Lemos

Conectando à Fonte

Os nossos corpos são naturalmente máquinas biológicas. Como qualquer outro aparelho, precisa de energia para funcionar. O que acontece quando nos desligamos da corrente? Não funcionamos, enferrujamos. É o que aconteceu com a raça humana.

 

Alguns mecanismos vêm com pilhas. Na dimensão biológica, é o que chamamos de energia vital, a nossa bateria individual, também conhecida como Chi em chinês, Ki em japonês, uma manifestação de Prana, o nosso campo electromagnético a Aura, ou Torus.

 

Aprendemos como as nossas frequências emocionais, e aquilo que comemos por exemplo, pode capacitar ou drenar a nossa energia vital. É uma parte muito importante da nossa manutenção energética. Mas há muito mais que devemos fazer para respeitar a vida que representamos.

 

Somos mais do que as máquinas, somos organismos vivos. A nossa anatomia energética assemelha-se à estrutura de uma árvore. Temos raízes tal como as árvores, raízes energéticas que nos conectam com a vida que é a Mãe Terra, para receber a sua constante cura, para recuperar a nossa energia vital, e para nos manter funcionando em plena potência.

 

A Mãe Terra, a natureza e o Sol (vitamina D) são Fontes, que nos mantém equilibrados, quando falhamos em ligar-nos directamente a partir de dentro, a partir da Consciência do Coração. A derradeira Fonte é o Coração, a nossa singularidade da vida, o nosso canal directo para a Consciência Universal de Amor. A ligação interior é primária. Mas “como em cima, assim abaixo; como dentro, assim fora”, o verdadeiro equilíbrio é quando estamos conectados a todos os níveis, ligados uns aos outros, porque nós também estamos ligados por raízes enérgicas, tal como as plantas. É o Todo, a unidade de todas as entidades vivas que completam e compõem o Universo.

 

A sabedoria está na simplicidade e humildade. É como tirar os sapatos e sentir a relva, caminhando entre iguais, dando e recebendo. Abrirmos os braços e o coração para a bênção do sol, todos os dias. Bebermos e tratarmos a água com gratidão, porque também é vida. Estes são os pequenos truques de equilíbrio interior, praticar a meditação de enraizamento todos os dias, várias vezes ao dia, se necessário. Sentir o sol, o seu calor, a sua vitalidade, pelo menos 15 minutos por dia. As árvores não podem sobreviver sem as suas raízes e o sol, assim como nós. Tudo o que precisamos são de alguns minutos por dia, para caminhar na natureza, para ligar o nosso amor interior com todas as manifestações físicas da Terra e dos céus.

 

São os pequenos actos diários que fazem a maior diferença!

 

Eli de Lemos

O derradeiro Labirinto: a Vida

A Vida é um labirinto como nenhum outro. Vivemos, aprendemos, falhamos e recomeçamos, e enquanto houver tempo, nunca termina. Perseguimos objetivos que, uma vez atingidos perdem o seu significado e por isso novas metas são criadas. Não se trata de uma meta em concreto, o objetivo é o caminho que fazemos, os caminhos que escolhemos, e, o mais importante, nunca pararmos de tentar.

Apenas no caminho podemos realmente conhecermo-nos. Quem somos, o que nos faz felizes, a nossa força interior, as nossas fragilidades. Somente quando testados podemos compreender, no sentir do momento, em cada situação. Magoamo-nos e choramos, desistimos e rendemo-nos, mas nunca paramos de seguir o nosso caminho. Reencontramo-nos, ficamos orgulhosos de nossas concretizações, e devemos ter muito orgulho!

Sim, a vida é um labirinto. Uma rede interminável de caminhos que se cruzam entre si. Um projeto de muitas escolhas, um parque de diversões para o livre-arbítrio. Dentro de uma infinidade de possibilidades existem chaves. “Chaves” que nos guiam através do labirinto de manifestações, de volta à Fonte da Consciência. Estas chaves estão dentro da água, como Masaru Emoto brilhantemente demonstrou, o código 3-6- 9 como Nikolas Tesla referiu, e, obviamente, a Flor da vida.

Todos estes elementos fundamentais, por forma, a energia frequência e funcionalidade, evidenciam a ordem natural do universo, as suas leis de criação e o eterno e divino equilíbrio, que é a mais simples e derradeira verdade. Mas só se revelam aos poucos, em pistas que levam ao aprendizado, explorando possibilidades e criando novos caminhos, perpetuando o infinito.

A infinidade de manifestações criou uma “matriz” de inúmeros caminhos a seguir, alguns levando-nos à Fonte e outros para becos sem saída, sendo a sua função reavaliar opções, recuar no caminho e começar de novo. E não é este o significado da aprendizagem e da própria vida? Para experimentar, errar e aprender, ganhar conhecimento pelo sentir.

A “matriz” que atualmente e tão fortemente referenciamos como um “mal” e controlo da mente, em uma mentalidade da terceira dimensão, quando vistos a partir de uma perspetiva mais elevada pode ser observada e entendida como uma simples experiência de aprendizagem, criada pela Consciência Universal.

Resumindo, se nós viéssemos à vida para simplesmente fazer o “certo” e ter uma vida perfeita, qual seria a lição ou o propósito da vida em primeiro lugar? Isso não justifica ferir os outros apenas por divertimento, ou em prol da ignorância. Se somos eternos, identidades da Consciência, explorando e criando o infinito, então a vida não teria propósito, se fosse apenas para reexperienciar, ao longo do tempo, a mesma realidade, infinitamente.

Eli de Lemos

Frequências curativas

“Se você quer encontrar os segredos do universo, pense em termos de energia, frequência e vibração.” – Nikola Tesla;

 

Tudo é energia, até ai sabemos. E a energia manifesta-se por frequências. Tudo tem uma frequência. Factos! Como essas informações podem mudar a nossa vida? “ (…) Sintonize a realidade que você deseja e inevitavelmente essa é a realidade que você terá. Não tem como ser diferente.” – Albert Einstein

 

Para manifestar a realidade que queremos, tudo o que precisamos fazer é sentir a frequência que queremos. Tudo o que é preciso para transformar uma situação difícil, é focar na frequência que queremos. Energia atrai frequências iguais, quando estagnamos numa baixa frequência, adivinhe o que recebemos do universo? Por outro lado, se o problema é a falta, pense e sinta abundância. Se for tristeza e solidão, sinta amor e alegria. Esta é a forma como a lei da atracção realmente funciona. Uma conjunção entre o II Princípio hermético da Correspondência (O que está em cima é como o que está embaixo. O que está dentro é como o que está fora.” – Tábua de Esmeraldas) e o VI Princípio da Causa e Efeito (“Toda causa tem seu efeito, todo o efeito tem sua causa, existem muitos planos de causalidade mas nenhum escapa à Lei”). – O CAIBALION

 

O conhecimento esteve sempre presente, tudo o que necessitamos é relembrar e usá-lo com consciência.

 

Os 7 Princípios da Huna:

 

IKE – O mundo é o que você pensa que é

KALA – Não existem limites, tudo é possível

MAKIA – A energia flui para onde a atenção vai

MANAWA – Agora é o momento de poder

ALOHA – Amar é ser feliz com

MANA – Todo o poder vem de dentro

PONO – Eficácia é a medida da verdade

 

A principal chave que devemos reter, e aquilo que mais tendemos a esquecer, é que “a energia flui para onde a atenção vai”. Manter o foco interior é fundamental. Mantenha-se sintonizado em Amor e harmonia, e não se deixe distrair ou irritar por circunstâncias ou pessoas de baixa frequência. Não “alimente” com mais energia. É assim que quebramos os ciclos.

 

É bastante simples assim que consigamos resolver alguns importantes detalhes, tais como o subconsciente, os padrões mentais frequencionais/emocionais que se acumulam e aos quais nos agarramos, os nossos preciosos mecanismos de defesa. Pense nisto por um segundo, de acordo com a lei da atracção, se vivemos constantemente na defesa, o que estamos então a atrair? …. Mais razões para nos defendermos, e assim sucessivamente. Esta é a forma como temos vindo a criar a nossa realidade. O que foi necessário na altura, poderá não se aplicar agora. Temos de aprender a “desapegar”!

 

Para quebrar o feitiço, a mudança de frequência só pode acontecer quando conseguirmos realmente SENTIR, interiormente. De coração aberto, com confiança total no universo, total transparência e honestidade nos nossos pensamentos e palavras. Como podemos atrair a abundância? Com gratidão por aquilo que já temos. Como é que podemos atrair mais amor em nossas vidas? Com amor interior, amor-próprio e amor por tudo o que nos rodeia.

 

E o momento de fazê-lo é AGORA. Não quando estamos a pensar no passado, porque só nos traz mais lembranças. Não quando estamos esperando o futuro, para que nos mantém na espera. A única época em que podemos fazer uma mudança é AGORA, neste momento, no presente. Esta é a forma como nós fazemos o nosso amanhã. É neste exacto momento que estamos energeticamente a criar o nosso próximo.

 

A utilização de frequências não é uma descoberta nova. Trata-se de um saber antigo. Desde sempre, a utilização de determinadas frequências de cura, de equilíbrio interior e de potencialização têm sido usados pela religião, por exemplo, nos cantos gregorianos, e através das técnicas orientais e meditações. O som é vibração e quando sintonizado na frequência correta, pode ter efeitos mágicos e instantâneos. As 9 Frequências Espelhos Solfeggio, as 9 frequências sagradas da Criação, uma antiga escala musical, ajudam no equilíbrio espiritual, curando o corpo e a mente, em perfeita harmonia.

 

147Hz – 12 (3) Sublimação

258Hz – 15 (6) Ascensão concêntrica

369Hz – 18 (9) Harmonia Interior – libertação de culpa e de medo

471Hz – 12 (3) Inter-dimensionalidade

582Hz – 15 (6) Cordão de Fogo Galáctico

693Hz – 18 (9) Fogo Violeta

714Hz – 12 (3) Reorganização de Perceção

825Hz – 15 (6) Fogo Violeta Prata

936Hz – 18 (9) Ligação com o Cosmos; Ativação da Glândula Pineal

 

 

Todas estas frequências acima mencionadas, também revelam um outro segredo antigo que nós ainda não compreendemos plenamente, a ordem 3-6-9 e o divino código número 9, relacionados com a física da criação. Como Nikola Tesla afirmou “Se você soubesse a magnificência do 3, 6 e 9, então você teria uma chave para o universo.” O 3-6-9 e a “prova dos 9” é, sem dúvida alguma, uma chave fundamental na raiz das frequências Espelhos Solfeggio e de todas as vibrações sagradas.

 

Eli de Lemos

Ciência e Espiritualidade

Como consequência direta da mentalidade separatista, a ciência e a espiritualidade têm vindo a “medir forças” em vez de complementarem-se mutuamente. E há um motivo muito lógico para isso. Na mentalidade da terceira dimensão, a ligação Ciência/Espiritualidade é ainda vista como um paradoxo da dualidade, um entre muitos.

Estamos vivendo em um universo onde a matéria, em suas muitas formas e diferentes frequências, é regida pela Lei universal da Finalidade ou Funcionalidade. Todos nós estamos conscientes de que cada coisa existente serve um propósito funcional, como em cada elemento é uma peça do puzzle. O mesmo com a ciência e a espiritualidade, a ciência estuda as manifestações energéticas, a matéria e as formas de vida, enquanto a espiritualidade estuda as formas abstratas e definições esotéricas de energia. Embora, em um sentido mais amplo, ambas estudam a energia em geral, a principal diferença reside na instrumentação de experimentação e terminologia. A ciência constrói máquinas, tecnologia, explora e evolui o mundo exterior, enquanto espiritualidade utiliza os sentidos de perceção, a consciência externa e interna e evolui a partir do interior do Ser.

Desde sempre, a espiritualidade tem vindo a afirmar como uma força energética, que só pode ser “sentida” em sua forma mais pura ou observada e medida pelas suas manifestações, conecta tudo. A espiritualidade vai ainda mais longe e chama essa energia primordial de Amor, a mesma definição de “Éter” ou Vácuo, e que só pode ser compreendida e sentida através da consciência do coração, a Mente do Coração, que a ciência ainda não é plenamente capaz de replicar mecanicamente, embora já se provou por instrumentação tecnológica, e novas teorias.

Uma das mais incríveis características da Consciência de Unidade, a Consciência Coletiva, é quando finalmente entendemos como tudo se conecta, como os paradoxos fazem todo o sentido. A ciência e espiritualidade sempre se interessaram pelos mesmos conceitos, mas limitadas pela barreira da linguagem/terminologia. Estamos todos de acordo, é urgente encontrar um meio-termo, para simplificar as denominações e os conceitos em um terreno comum. A espiritualidade sempre foi a fonte teórica por trás da ciência, como agora, a ciência preenche as lacunas de uma espiritualidade abstrata, e dando-lhe uma forma, uma imagem, para além de qualquer dúvida.

Há esperança, há agora muitos novos conceitos científicos que vão ao encontro da espiritualidade, assim como há muitos modelos espirituais que vão de encontro à ciência. A nova consciência une todos os campos em uma grande e arrebatadora experiência de aprendizagem. As mudanças e novas ideias estão agora a acontecer a cada segundo! Estamos vivendo um momento mágico na história, a Unidade!

Eli de Lemos

De onde vem a Luz

À medida que a toca de coelho se aprofunda, assim como a nossa compreensão, a verdade revela-se. Somos seres de Luz, indiscutivelmente, mas também somos a escuridão. Isso não significa, de forma alguma, que somos bons ou maus. Esta linha de pensamento de dualidade tem de chegar ao seu fim, se escolhermos a Unidade.

Na perspetiva da unidade, a dualidade não existe. Se a dualidade representa duas partes de um todo, na Unidade, a totalidade é tudo o que existe, tudo o que importa e em que nos devemos concentrar. A dualidade torna-se, então, o Todo, torna Unidade.

Antes do Big Bang, havia “nada”, e deste “nada” surgiu tudo, a luz, a matéria, nós. O “nada” não tinha luz. Luz é um resultado, uma manifestação da criação, mas a sua verdadeira origem é o “nada”, a nossa verdadeira origem de existência.

Por todo este incrível e infinito universo, há aproximadamente 4,9 por cento de luz e de matéria, 26,8 por cento de matéria escura (ou antimatéria), e 68,3 por cento da energia escura. De um ponto de vista espiritualista, isso significa que o universo é “mau”, já que é composto principalmente de escuridão? Claro que não, pois é a matéria escura e energia escura que “mostram a luz” e permitem a matéria tomar forma. Em outras palavras, como é que sabemos o que a luz está se não tivéssemos a escuridão? Também a Luz possui um espectro de frequências, de vibrações mais baixas às mais altas. É assim que é.

Ao aceitar que o Amor é tudo o que existe, a fonte de toda a existência, então existe amor em cada manifestação, na luz e na escuridão.

O paradoxo Luz/trevas não pode justificar as nossas ações e o nosso julgamento. Em termos de criação, não há bom ou mau, há apenas frequências e funcionalidades. Toda a manifestação serve um propósito e serve a “Bem” maior do Equilíbrio Universal.

Só podemos realmente despertar uma vez que questionarmos as raízes das nossas crenças, e enquanto pensamos em termos de divisão, dualidade e separação, não podemos, por e simplesmente, atingir a Unidade.

Eli de Lemos

Uma perspetiva diferente do Tempo

Imagine se o tempo fosse uma ilusão, tal como o espaço é uma projeção holográfica da Consciência. Já ouviu a expressão ” o tempo voa quando nos divertimos”? Ou nunca experimentou o oposto, numa situação tediosa, quando o tempo parece uma eternidade?

O Tempo não irá esgotar-se, enquanto nós acreditarmos nele, porque nós é que o criámos. Corremos pelas nossas vidas, como se o tempo fosse acabar, corremos como se não houvesse amanhã. Forçamos o tempo.

O conceito de tempo contradiz a eternidade, desde sempre e para sempre. Como essencial de energia, nunca pode ser destruído.

Podemos avaliar tempo através dos sinais nos nossos corpos. Envelhecemos, sim, mas não é o tempo que nos esgota, é a nossa qualidade de vida. Alguns envelhecem mais rápido do que outros, que preservam-se com um maior cuidado e amor-próprio.

Medimos o tempo pela lua, as estações, cada pôr-do-sol, e “agora” mais sofisticadamente pelo sistema sumérico, de sessenta segundos, sessenta minutos, horas … Medimos o tempo em ciclos, por momentos cíclicos de natureza astrológica. Esses ciclos naturais são parte de uma ordem funcional, uma harmonia universal da existência, que se repete desde sempre e para sempre, ou enquanto estamos aqui para observá-los.

Embora, pareça que o tempo está acelerando, mais uma vez, é tudo relativo à nossa perceção. O tempo sempre teve diferentes ritmos dependendo de como sentimos a Vida. As plantas não se apressam para chegar à vida, elas têm o “seu tempo”. Há muitos séculos, a vida era mais tranquila. Ao que parece, quanto mais estamos em contacto com a natureza, menos nos preocupamos com o tempo e, no entanto, tudo consegue ser feito.

Por que sentimos como se o tempo estivesse acelerando? E para que finalidade? Em primeiro lugar, a sensação de que o tempo está voando remete-nos para um estado de medo, de que não há tempo suficiente, o que é falso. Quando apressamos a vida, temos a tendência de esquecer as prioridades da existência, de viver (e não apenas sobreviver), de experienciar, de sentir, e de amar! O estado interior de constante ansiedade, e a razão pela qual gostaríamos que o tempo acelerasse rapidamente, é principalmente para evitar o desconforto interior do nosso estado atual. Foi-nos dito para esperar milagres, que em breve a salvação e o “céu na terra” estará disponível para todos, e por isso aguardamos, impacientemente.

A salvação que tanto ansiamos, SÓ pode iniciar dentro de nós, com a mudança, uma mudança interior, e a aceitação de si mesmo.

Os Seres sábios não usam relógios, nem olham para o tempo por uma resposta melhor. O que foi, sempre será. Eles param, e buscam interiormente, em silêncio, tranquilidade e paz interior.

Não esperemos mais, porque esperar mantém-nos na expectativa e presos na falta ou no medo. Vamos sentir AGORA, interiormente, a mudança que desejamos manifestar, vamos SER a mudança. O céu está aqui, agora, numa mudança de perceção. Nós somos os mestres de nossas vidas, nós somos os donos do nosso tempo.

Eli de Lemos

Create a free website or blog at WordPress.com.

EM CIMA ↑

%d bloggers like this: