A Vida é um labirinto como nenhum outro. Vivemos, aprendemos, falhamos e recomeçamos, e enquanto houver tempo, nunca termina. Perseguimos objetivos que, uma vez atingidos perdem o seu significado e por isso novas metas são criadas. Não se trata de uma meta em concreto, o objetivo é o caminho que fazemos, os caminhos que escolhemos, e, o mais importante, nunca pararmos de tentar.

Apenas no caminho podemos realmente conhecermo-nos. Quem somos, o que nos faz felizes, a nossa força interior, as nossas fragilidades. Somente quando testados podemos compreender, no sentir do momento, em cada situação. Magoamo-nos e choramos, desistimos e rendemo-nos, mas nunca paramos de seguir o nosso caminho. Reencontramo-nos, ficamos orgulhosos de nossas concretizações, e devemos ter muito orgulho!

Sim, a vida é um labirinto. Uma rede interminável de caminhos que se cruzam entre si. Um projeto de muitas escolhas, um parque de diversões para o livre-arbítrio. Dentro de uma infinidade de possibilidades existem chaves. “Chaves” que nos guiam através do labirinto de manifestações, de volta à Fonte da Consciência. Estas chaves estão dentro da água, como Masaru Emoto brilhantemente demonstrou, o código 3-6- 9 como Nikolas Tesla referiu, e, obviamente, a Flor da vida.

Todos estes elementos fundamentais, por forma, a energia frequência e funcionalidade, evidenciam a ordem natural do universo, as suas leis de criação e o eterno e divino equilíbrio, que é a mais simples e derradeira verdade. Mas só se revelam aos poucos, em pistas que levam ao aprendizado, explorando possibilidades e criando novos caminhos, perpetuando o infinito.

A infinidade de manifestações criou uma “matriz” de inúmeros caminhos a seguir, alguns levando-nos à Fonte e outros para becos sem saída, sendo a sua função reavaliar opções, recuar no caminho e começar de novo. E não é este o significado da aprendizagem e da própria vida? Para experimentar, errar e aprender, ganhar conhecimento pelo sentir.

A “matriz” que atualmente e tão fortemente referenciamos como um “mal” e controlo da mente, em uma mentalidade da terceira dimensão, quando vistos a partir de uma perspetiva mais elevada pode ser observada e entendida como uma simples experiência de aprendizagem, criada pela Consciência Universal.

Resumindo, se nós viéssemos à vida para simplesmente fazer o “certo” e ter uma vida perfeita, qual seria a lição ou o propósito da vida em primeiro lugar? Isso não justifica ferir os outros apenas por divertimento, ou em prol da ignorância. Se somos eternos, identidades da Consciência, explorando e criando o infinito, então a vida não teria propósito, se fosse apenas para reexperienciar, ao longo do tempo, a mesma realidade, infinitamente.

Eli de Lemos

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