Define-se em duas palavras: “Eu sou!”

 

Eu sou humano; eu sou um ser físico. Eu sou energia, eu sou uma alma e coração em forma pura. O que hoje sou, não é o que era ontem, e amanhã pode não ser.

 

Quem somos não nos define. Somos qualquer coisa e tudo o que quisermos ser. Sem separação ou limitações, somos pura manifestação de poder, intemporal, infinito e em constante mudança. Somos acima de tudo: energia!

 

A autodefinição e rotulagem nada mais é do que uma pena de prisão racional. Diminui a nossa verdadeira natureza e só permite refletir uma pequena verdade do ser, a ponta do icebergue, se não menos. Somos muito mais do que um nome, um corpo ou uma personalidade.

 

A nossa natureza é a transformação. O que e como era quando começou a ler este artigo não será o mesmo que quando o terminar. A Informação, o conhecimento, a orientação interior, transforma-nos e somos constantemente bombardeados a cada segundo da nossa existência consciente. Aprendemos, absorvemos, e expandimos interiormente.

 

O que é esta necessidade de definição? Por que razão nos sentimos obrigados a limitarmo-nos, justificarmo-nos a cada atitude? Por que razão nos sentimos tão perdidos sem uma definição concreta? E por que não ao invés aceitar a “nenhuma forma”, ou “todas as formas”, tudo o que fomos, somos e poderemos vir a ser? É porque ainda deixamos que seja o nosso raciocínio mental a controlar o pensamento, de sua lógica limitada e característica falta de imaginação, o medo do desconhecido. É porque ainda não nos habituamos a apenas sentir a partir da consciência do coração, aceitar a nossa eternidade, e preencher o espaço do nosso ser espiritual!

 

O que somos é sempre por escolha. Escolhemos restringir-nos, da mesma forma que podemos escolher a nossa liberdade. Somos o nosso próprio Criador!

 

” A imaginação é mais importante que o conhecimento. O conhecimento é limitado. A imaginação envolve o mundo, estimulando o progresso e dando origem à evolução.” – Albert Einstein

 

Eli de Lemos

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