O Amor cura, harmoniza, e restaura a paz do Ser, se simplesmente acreditarmos no seu poder regenerador. Mas para isso precisamos reabrir a porta entreaberta do auto conhecimento e finalmente honrarmos a nossa verdadeira natureza e todo o nosso potencial.

 

Caminhamos para um mundo novo, onde o respeito, a empatia, a honestidade e a compaixão não necessitam ser relembrados a cada passo, nem ensinados por obrigação. É sem dúvida importante ajudarmo-nos uns aos outros, ampararmos quem realmente precisa, mas também é imperativo compreendermos de que em essência não necessitamos de mais ninguém para nos levantarmos. Esta é a verdadeira chave da nossa “ascensão”, a salvação que transformará a humanidade, a verdade que nos libertará!

 

“Se a sua compaixão não inclui a si mesmo, ela é incompleta.” – Buda

 

Compreendermos o potencial do amor-próprio e da auto-cura é o elo que nos faltava. Ao invés de desistirmos de nós próprios e dependermos emocionalmente dos outros, se todos se lembrassem de como no fundo é tão fácil cuidarmo-nos de nós mesmos, tudo seria muito diferente e mais fácil. É um ato de Amor, o mais importante ato de Amor!

 

Se não nos amarmos nas mais pequenas coisas, no nosso dia-a-dia com todas as suas trivialidades, então não sabemos amar. Se não nos sabemos amar, também não saberemos amar mais ninguém. A aprendizagem do Amor começa por nós, dentro de nós e para connosco próprios.

 

Se tudo o que nos acontece na vida são lições, então a cura é o nosso exame final. Só aprenderemos a lição assim que a cura esteja completa. A nossa cura individual é da nossa inteira responsabilidade.

 

Não seria agradável e mais saudável, se todos pudéssemos conviver sem o peso da dependência? Os nossos relacionamentos tornar-se-iam mais sinceros, de pura troca de energia saudável, amor e amizade no seu melhor, sem interesses obscuros, máscaras ou falinhas mansas. Poderíamos começar a confiar uns nos outros e aproveitar o tempo e a nossa energia para construir momentos mais significativos e evoluirmos enquanto entidade coletiva, uma realmente humanidade unida.

 

Estes não são sonhos que não possam ser transformados em realidade. E não depende dos outros, mas começa em cada um de nós. Queremos um mundo melhor, então por que esperamos? Esse mundo começa agora! Façamos cada um a nossa parte, vamos dar o exemplo, e assim, um por um, todo o mundo se transformará diante dos nossos olhos.

 

Eli de Lemos

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