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Satori Rei

CONSCIÊNCIA DE ENERGIA UNIVERSAL

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Eu Sou

Define-se em duas palavras: “Eu sou!”

 

Eu sou humano; eu sou um ser físico. Eu sou energia, eu sou uma alma e coração em forma pura. O que hoje sou, não é o que era ontem, e amanhã pode não ser.

 

Quem somos não nos define. Somos qualquer coisa e tudo o que quisermos ser. Sem separação ou limitações, somos pura manifestação de poder, intemporal, infinito e em constante mudança. Somos acima de tudo: energia!

 

A autodefinição e rotulagem nada mais é do que uma pena de prisão racional. Diminui a nossa verdadeira natureza e só permite refletir uma pequena verdade do ser, a ponta do icebergue, se não menos. Somos muito mais do que um nome, um corpo ou uma personalidade.

 

A nossa natureza é a transformação. O que e como era quando começou a ler este artigo não será o mesmo que quando o terminar. A Informação, o conhecimento, a orientação interior, transforma-nos e somos constantemente bombardeados a cada segundo da nossa existência consciente. Aprendemos, absorvemos, e expandimos interiormente.

 

O que é esta necessidade de definição? Por que razão nos sentimos obrigados a limitarmo-nos, justificarmo-nos a cada atitude? Por que razão nos sentimos tão perdidos sem uma definição concreta? E por que não ao invés aceitar a “nenhuma forma”, ou “todas as formas”, tudo o que fomos, somos e poderemos vir a ser? É porque ainda deixamos que seja o nosso raciocínio mental a controlar o pensamento, de sua lógica limitada e característica falta de imaginação, o medo do desconhecido. É porque ainda não nos habituamos a apenas sentir a partir da consciência do coração, aceitar a nossa eternidade, e preencher o espaço do nosso ser espiritual!

 

O que somos é sempre por escolha. Escolhemos restringir-nos, da mesma forma que podemos escolher a nossa liberdade. Somos o nosso próprio Criador!

 

” A imaginação é mais importante que o conhecimento. O conhecimento é limitado. A imaginação envolve o mundo, estimulando o progresso e dando origem à evolução.” – Albert Einstein

 

Eli de Lemos

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A Perfeição do Imperfeito

A perfeição parece ser o objetivo mais comum, o corpo perfeito, a vida perfeita, o mundo perfeito. Quanto mais a tentamos atingir, mais insatisfeitos e infelizes nos tornamos, connosco próprios e com o mundo à nossa volta. E se esta “perfeição” por que tanto ansiamos não fosse nada mais do que um desejo inatingível e irrealista?

 

Será que a perfeição realmente existe? Se sim, poderia esta coexistir com a constante e fluente evolução? Se a perfeição, segundo a interpretação corrente da nossa humanidade, é o exponente máximo de harmonia e a finalidade da existência, então este seria alcançável e a evolução deixaria de existir. Num universo (multiverso) infinito, isso simplesmente não faria qualquer sentido. Provavelmente será o nosso conceito de perfeição que é incorreto e mal interpretado.

 

O conceito básico de que precisamos de melhorar-nos constantemente, sermos mais do que somos, é a principal causa de toda a insatisfação humana e sofrimento mental e emocional. Se temos de melhorar é porque obviamente não somos bons o suficiente.

 

Quando mudamos a nossa perceção da mente racional para a consciência e inteligência do Coração, é como renascermos num mundo paralelo. Uma dimensão diferente da vida em harmonia, em que o objetivo da existência não é tornarmo-nos algo mais, nem alcançar nada, mas simplesmente e apenas SER, o que e quem somos desde o princípio.

 

Neste universo, dentro do nosso multiverso, a perfeição não é um objetivo, é o que já somos, exatamente como “viemos”. Chegamos à vida como seres perfeitos e únicos, manifestações da consciência universal.

 

As plantas, as árvores, flores, e rochas etc., são todos diferentes uns dos outros e brilhem pela sua autenticidade, sem se preocuparem ou desejarem ser como os outros. Há beleza em todos e em cada um. Como o fluxo de água, todos os possíveis obstáculos são superados pela aceitação e não pela resistência da essência.

 

A verdadeira perfeição reside no imperfeito.

 

A Imperfeição por outras palavras é singularidade, originalidade e o infinito em ação. A partir de uma consciência e perceção mais elevada, ser imperfeito é ser diferente, ser real e uma possibilidade única de compreender o mundo. Para além do certo ou errado, bom ou mau, nenhuma imperfeição se repete exatamente. Todos nós somos espécimes perfeitos de imperfeição, probabilidades de manifestações infinitas e únicas por natureza.

 

Assim, a Evolução ganha uma nova e mais poderosa perspetiva. Não se trata de transformação ou transcendência física ou de perceção, a menos que sejamos lagartas e a transformação esteja na nossa natureza, mas sim de abraçar a nossa essência interior e aceitar a nossa forma de existência, a nossa natureza original.

 

Não precisamos de melhor, apenas olhar interiormente e encontrar a perfeição no que já existe, sempre presente pela Fonte que há em nós.

 

Eli de Lemos

O Equilíbrio Universal

Nada no universo ou multiverso, é criado aleatoriamente. Existe um equilíbrio sempre presente, unificando todas as coisas num só campo de consciência superior e auto manifestação. Tudo está interligado. Não existem sistemas isolados na realidade.

 

Assim sendo, a nossa perceção de separação da matéria é apenas uma ilusão. Se interpretarmos as coisas a partir da sua forma, acreditamos que há um fim, um limite, uma separação entre todas as coisas. Como o corpo humano e a sua pele, a linha de fronteira onde termina o corpo e começa o espaço exterior.

 

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O nosso conceito de equilíbrio é baseado em uma balança, consistindo em dois pratos separados, de significados opostos. Poderá aplicar-se sob uma micro perspetiva da consciência, mas é totalmente desatualizada sob um ponto de vista mais global, a partir de um nível superior de consciência.

 

Quando se trata de energia, e energia é tudo o que existe, apenas variações são medidas em termos de frequências, o que nos dá a ilusão de formas, cores e estados da matéria (sólido, líquido, etc.), mas ainda e no entanto, apenas energia.

 

“Se quiséssemos encontrar algo que ligue todas as coisas, o que seria? O Espaço. Até o chamado mundo “material” em que vivemos é 99,99999…% constituído por espaço.”

The Resonance Project

 

Para cada matéria existente (+), há uma correspondente antimatéria (-), para cada positivo, existe um negativo. Para cada manifestação de energia feminina (v), um correspondente masculino (^), para cada entropia, uma sintropia. É assim que o Todo se mantém em equilíbrio, sem separação mas em complemento e eternamente interligados e dependentes a cada variação.

 

“Tudo é duplo, tudo tem dois pólos, tudo tem o seu oposto. O igual e o desigual são a mesma coisa. Os extremos se tocam. Todas as verdades são meias-verdades. Todos os paradoxos podem ser reconciliados “– Principio universal da Polaridade, O Caibalion (Kybalion).

 

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Em termos práticos, podemos “ver” muito “mal” no mundo neste momento, mas isso também deveria lembrar-nos em todo o “bom” que o equilibra, se realmente pudéssemos pensar em termos de bom e mau. Bom ou Mau é uma questão de interpretação e julgamento, apenas e muito subjetivo. Serviríamos muito melhor a humanidade se substituíssemos de uma vez por todas por vibrações de baixa ou alta frequência.

 

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Existem muitas vertentes sobre este equilíbrio universal, em como se aplica a todas as realidades e possíveis e infinitas manifestações. Uma com a qual atualmente nos mais debatemos, com a nossa evolução natural como seres enérgicos e elevação de consciência, aquilo a que o movimento “New Age” se refere como ascensão.

 

Existe sem dúvida uma sintropia interior a ocorrer individual e globalmente, retornando à Fonte e Consciência de Amor. Cada qual co-evoluindo a seu próprio ritmo, individualmente, mas ao mesmo tempo afetando e contribuindo para o campo global da consciência coletiva.

 

Por mais que um único indivíduo possa querer evoluir exponencialmente e exceder a média, a lei universal da correspondência não permite tal disparidade. “O que está em cima é como o que está embaixo. E o que está embaixo é como o que está em cima. O que está dentro é como o que está fora”. Individualmente, por mais que possamos evoluir interiormente,  estará porém sempre estar em coerência com a energia externa, de modo a não desestabilizar o equilíbrio universal. Podemos somente crescer em uníssono, como uma consciência individual e o seu ambiente, juntos.

 

Nesta magnífica dança de crescente consciencialização espiritual, aprendemos e partilhamos, atingimos o objetivo e aguardamos pelos outros para que se juntem a nós. Como as notas musicais, de comprimentos de onda diferentes juntos compondo uma sinfonia, e transcendendo as suas capacidades individuais.

 

Eli de Lemos

A verdade sobre a ascensão

Ascensão, ativações ou uma natural evolução universal? Durante alguns anos, e mais especificamente desde 2012 e a sua referência no calendário Maia, este é um dos temas mais debatidos e explorados. Como uma nova tendência “New Age”, a corrida para a ascensão começou implacavelmente. Em vez de unir a humanidade, como deveria, de alguma forma separou-nos ainda mais. Surgiram novos tipos de discriminações, os veganos versus carnívoros, espirituais versus materialistas, espiritualidade versus a velha ciência e religião, sem mencionar a variedade de novos sistemas de crenças e teorias, e a sua competição brutal por apoiantes. Isto não é espiritualidade!

 

Quando transcendendo em amor, a dimensões mais vibratórias, não há julgamento e nenhum sentimento interior de superioridade, estes são dois dos principais sinais da ilusão de ascensão. Não existe qualquer lógica ou motivo para nos sentirmos superiores aos outros ou mais iluminados por conhecimento adquirido. Pelo contrário, quanto mais aprendemos verdadeiramente, mais pequenos nos sentimos, porque a compreensão acompanha-se por uma sensação avassaladora de simplicidade e humildade. Somos minúsculos na escala universal e no entanto fundamentalmente uma parte do Todo.

 

Uma outra referência perigosa e muito comum é sobre o “caminho espiritual correto” ou o “caminho errado”. Uma vez mais, a presença de julgamento e de dualidade. O caminho espiritual é a Vida. Todos nós somos seres espirituais, cada um no seu próprio caminho, e sempre em prol da nossa aprendizagem espiritual. Não há separação, não há nenhum caminho “errado”, apenas o Caminho.

 

Ascensão poderá ser apenas um termo moderno para explicar a nossa evolução espiritual diária. Do que estamos a ascender, e com que finalidade? Por outras palavras, estamos evoluindo vibracional e dimensionalmente, de um estado inferior, menos vibracional, para um estado de consciência superior, mais vibratório. Isto é algo que temos vindo a fazer durante toda a nossa vida, a cada dia, ao aprendermos a ser pessoas melhores e mais sábias, para connosco próprios e com os outros. Ascensão não implica necessariamente um espaço diferente, mas sim uma mudança de uma perspetiva externa para a consciência interior, a Fonte dentro de nós próprios. A única diferença é que agora a mudança é a nivel global e universal, e o aumento de frequência é ampliado afetando todos nós, coletivamente. Esta é a mudança para a Unidade, o estado de consciência coletiva e apenas mais um passo natural na escadaria da evolução universal, o ciclo sintrópico.

 

Muitos irão debater pela referência a uma matriz baseada no medo, a que estamos todos energicamente submetidos e emprisionados. Muito embora eu não negue a sua existência e a tentativa de controlo, devo sublinhar o nosso direito de livre escolha espiritual. Enquanto houver livre escolha, há um caminho, uma opção, uma oportunidade para transformar e reforçar o Amor. Se estivéssemos presos de forma irreversível, não teríamos opções. A energia nunca poderá ser destruída, apenas transformada. Pode ser usada e roubada mas nunca eliminada, ainda mais enquanto houver uma consciência universal divina na sua base, como é o nosso caso.

 

O ponto fundamental é que a natureza decorre no seu curso, ao seu próprio ritmo. A evolução é inevitável, mas deve fluir naturalmente e não ser apressada. Existem riscos físicos e mentais ao precipitarmo-nos em frequências mais elevadas sem uma boa e adequada preparação e estabilidade física, mental e emocional. Iremos certamente sentir quando chegar o momento, é memorável para dizer no mínimo. E tudo isso apenas acontece espontaneamente, enquanto progredirmos na nossa capacidade de amar e aceitar o universo exatamente como é.

 

É por isso que não sou a favor de técnicas de ascensão ou rituais de ativação. O nosso corpo, ADN, Chakra cardíaco ou Coração Supremo (Timmus), glândula pineal e chakras superiores, “ativar-se-ão” por si naturalmente, uma vez atingido o nível de frequência interna correto e correspondente. Como qualquer máquina que quando submetida a energias mais elevadas do que as destinadas a suportar, destrói-se de dentro para fora e esgota-se. Existem técnicas prejudiciais que devemos evitar mas também existem alguns métodos bastante úteis e necessários para a nossa manutenção. Existem sistemas holísticos, como o Reiki por exemplo, que nos ensinam sobre o amor universal, como cuidar de nós próprios de uma forma sana e reassumir a nossa responsabilidade na nossa cura. Podemos também, e devemos, perdoar e aprender o desapego, encontrar a nossa paixão interior, o nosso propósito de vida e missão, meditar diariamente, praticar o enraizamento e amar, amar tudo. Como a água, não precisa de ativação para purificar, apenas de ser amada. O amor é a resposta, a porta para a transcendência e interdimensionalidade.

 

Eli de Lemos

A cor do Amor NÃO é vermelho

No espectro de cores o vermelho é a mais baixa manifestação vibracional. É assim que consideramos o nosso amor?

 

As cores são energia, frequências específicas, cada uma correspondente a um nível vibracional ou (sub)dimensão. Se incluirmos às já conhecidas fisicamente visíveis sete cores eletromagnéticas ou espectro de luz visível, as cores do arco-íris, o preto, a ausência de cor, e o branco, a soma de todas as cores, no total existem nove. O Preto e branco não são cores, uma vez que não possuem qualquer comprimento de onda, mas ainda assim são partes do todo.

 

O vermelho é a cor da paixão, do desejo, luxúria e sexualidade. A cor de Marte (o planeta vermelho), do deus romano da guerra, o símbolo da supremacia da energia masculina, a força, a ira e ação. O vermelho é a cor do sangue.

 

“A cor vermelha é uma cor intensa que está repleto de emoção variando de paixão, o seu intenso amor a ira e a violência – representando tanto o cupido e o diabo.” – Jennifer Bourn (BournCreative.com)

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A luz vermelha visível tem um comprimento de onda de cerca de 650 nm (nanômetros), o maior e mais lento dos comprimentos de ondas do espectro, e por conseguinte também o mais baixo nível de energia vibracional.

 

Sob uma perspetiva espiritual, o vermelho é a cor do chakra básico, o chakra da Raiz. Simboliza a vida, vitalidade, força física, a estabilidade e a segurança da natureza física do homem, a sua ligação com a Terra e enraizamento e a mais primitiva sobrevivência física e emocional. Os principais bloqueadores deste chakra são o medo e a ansiedade.

 

Se entendermos o amor como uma necessidade de sobrevivência física, que de facto é baseado na sexualidade ou um convincente sinal de falta de amor-próprio (interior) e carência afetiva, o amor como um produto de desejo e necessidade, então o vermelho é a sua cor correspondente. Um amor baseado no medo, limitado pela expectativa e suscetível a oscilações de ego. Num sentido altivamente espiritual, o verdadeiro amor não é necessidade nem luxúria, mas a nossa essência natural, um estado puro de equilíbrio, de paz e a ligação com a origem e a própria Fonte.

 

Se tivermos de escolher uma cor mais adequada para o amor universal, o amor incondicional, o branco seria a melhor opção espiritual. A “cor” de tudo o que existe, representante da presença divina e do Espírito, a pureza e o infinito, porque o amor é tudo o que há.

 

A partir do espectro na perspetiva de cura, o complemento de vermelho é o verde, a sua combinação acalma paixões enfurecidas, a ira, e equilibra as emoções. O Verde é a cor do equilíbrio e da harmonia, um equilíbrio entre o coração e as emoções, a mente racional e a consciência intuitiva do Coração.

 

Desde sempre, o verde tem sido sinónimo de crescimento, de renovação e de renascimento e fertilidade. No paganismo, o “Homem Verde” é um símbolo de fertilidade. Nos países muçulmanos, é considerado uma cor sagrada. Na Irlanda, a cor da sorte. Na dinastia Ming era a cor dos céus. Verde é também a cor da vida, da Primavera e da natureza. É uma cor emocionalmente positiva, que estimula o amor-próprio, bem como o amor incondicional para com os outros. O Verde é a cor do chakra do Coração, a ponte entre o físico e o espiritual, a ligação à Fonte de amor, a empatia e a verdadeira compaixão.

o verde amor

A cor verde possui incríveis poderes curativos e é a mais tranquila e relaxante aos olhos humanos. Estimula a visão, a estabilidade e a perseverança. É pacificadora e relaxadora por natureza. O Verde alivia a ansiedade, a depressão física e emocional, e agitação interior. Traz-nos um sentimento de esperança, de saúde e de renovação. O Verde simboliza o Mestre Curador e a força de vida.

 

Não há cores “boas” ou cores “más”. Cada cor serve uma finalidade, uma determinada frequência funcional. Creio que é importante compreendermos o significado por trás de cada cor, antes de aceitarmos qualquer associação interpretativa cegamente.

 

Eli de Lemos

O que é

Não há mais certezas. Hoje vivemos num momento em que tudo é questionado e reformulado. De certa forma, representa um dos maiores pontos de viragem na consciência humana, temos, finalmente, a coragem e a inteligência para corrigir e completar os nossos conhecimentos, e avançar para territórios desconhecidos. Por outro lado, não há certezas, não há verdades definitivas para nos agarrarmos.

 

Quando analisamos os fatos e ligamos todas as novas descobertas, podemos concluir que quase tudo o que pensamos e sentimos como real é apenas uma ilusão. O Espaço é um holograma, uma projeção a 3D de um plano a 2D. O Tempo não existe, e pode ser apenas uma medida de espaço holográfico que “nós” criamos. A nossa terra pode ser plana em vez de redonda, como se acredita há séculos. A nossa origem como espécie humana pode ter sido geneticamente modificada e criada por uma civilização extraterrestre mais avançada. O que é real? Onde está a verdade?

 

“Tudo o que aprendeu na escola como “óbvio” torna-se menos e menos óbvio, à medida que começamos a estudar o universo. Por exemplo, não existem sólidos no universo. Nem sequer uma sugestão de um sólido. Não há continuidades absolutas. Não há superfícies. Não há linhas retas.” – Buckminster Fuller

 

A única coisa que sabemos com certeza é que nós existimos, estamos “aqui”, onde quer que seja e o que quer que isso signifique. Podemos sentir a Vida dentro das nossas veias, mesmo que nada seja sólido e o nosso corpo seja apenas uma questão de manifestação frequencional. Somos energia. Essa é a única verdade! Além disso, sabemos da inteligência do Coração, da Fonte, que esta energia é Amor. Somos Amor, manifestamos amor, e criamos mais amor enquanto vivemos.

 

“A imaginação é mais importante do que o conhecimento. Pois o conhecimento é limitado a tudo o que agora conhecemos e compreendemos, enquanto a imaginação abraça o mundo inteiro e tudo o que haverá para conhecer e compreender.” – Albert Einstein

 

Se nada é certo, então, certamente, Einstein estava correto, em que a realidade é só a imaginação, e que é apenas o que é real e a origem da criação de tudo o que percebemos como realidade. A imaginação é, de facto, muito mais importante e relevante do que o conhecimento. Tudo pode ser criado, tudo pode acontecer, não há limites, apenas uma infinidade de probabilidades.

 

Colocando as coisas sob uma perspetiva humana, gastamos as nossas vidas, e tempo que não existe, a preocuparmo-nos com pequenos detalhes e com realidades que não são verdadeiras. A Energia não pode ser desperdiçada, mas será que estamos realmente a viver de acordo com os nossos dons universais? Ou será que estamos a circular em irrelevantes ilusões, perseguindo a nossa própria cauda? A questão principal da nossa existência e onde o nosso foco deve ser é, por que existimos? Por que razão estamos “aqui”? Tudo o mais é insignificante.

 

Eli de Lemos

A “busca” pelo Amor

Somos criaturas de amor, em busca de amor! Toda a nossa vida é orientada por esta incessante procura. Desde o nascimento, procuramos a ligação de amor com os nossos pais e familiares mais próximos. Mais tarde nas amizades, parceiros românticos, os nossos próprios filhos…assim é o ciclo.

 

Prosperamos neste laço de confiança e cumplicidade. Começamos a aceitar a importância da unidade, interdependência, e como juntos somos mais fortes e mais felizes.

 

Como Buddha nos ensinou, a nossa capacidade de amar não é completa se não nos incluir. Na verdade, é muito comum ao longo das nossas vidas, darmos toda a nossa atenção e amor para o bem-estar e o conforto dos outros, à custa do nosso próprio. A lição é clara, o amor inclui amor-próprio em primeiro lugar. Se nos negligenciarmos, o quanto beneficiário é o que temos para oferecer? Se nós não amarmos a nós mesmos, o único amor que conhecemos é condicional, seletivo e imperfeito.

 

Quando procuramos um verdadeiro amor romântico, por aquela cara-metade que irá completar-nos, na maioria das vezes, nem sequer estamos conscientes do que procuramos. Se procuramos amor pelo desejo de sermos amados, então nós certamente não nos amamos a nós próprios e nem conhecemos o amor de todo. Como podemos encontrar algo que não conhecemos? Não podemos, encontramos por sua vez ilusões.

 

Encontrar o amor nunca pode ser baseado na necessidade, medo ou vazio interior. Encontramos e atraímos aquilo que emocionalmente emitimos e, por conseguinte, necessidade atrai necessidade, o medo atrai mais medo. Para atrair o amor real devemos ser amor, o amor para nós mesmos, pela vida, porque afinal tudo é sempre uma questão de frequências, as frequências corretas.

 

Podemos eventualmente cruzar caminhos com a nossa alma gémea em alguma altura da nossa vida, mas só podemos reconhecê-la, ou ser reconhecido, se estivermos corretamente sintonizados na frequência de Amor. O medo usa-nos como uma máscara, e nos torna irreconhecíveis, para nós mesmos e para os outros. Enquanto “vestirmos” os nossos medos, os nossos mecanismos de defesa e máscaras, e limitações meramente ilusórias, o verdadeiro amor não nos irá encontrar.

 

Por esse motivo, a maior parte das vezes que nos sentimos apaixonados por alguém, na verdade estamos apaixonados pela ideia do amor, por um conto de nossa criação, que com o tempo vai se dissolvendo e voltando à realidade. “Como pude estar tão cego em relação a esta pessoa? “, “Por que não percebi isso antes?” Nós “vemos” o que queremos ver, para servir as nossas necessidades, as nossas armadilhas mentais e escapadelas das nossas necessidades mais intimas.

 

Não há nada de errado em ficar sozinho por algum tempo. É um dos mais benéficos e gratificantes momentos que podemos ter. Aprendemos a concentrarmo-nos em nós próprios, amarmo-nos e aceitarmo-nos como somos em essência. A escolha de estar sozinho por um tempo, não significa que estaremos solitários, ou que ficaremos sozinhos para o resto de nossas vidas. Significa apenas que é hora de descansar, a fim de aprender e aceitar a mais bela e importante relação de todas, connosco próprios. Assim que conseguirmos compreender, saberemos amar de verdade e ser capazes de embarcar num relacionamento duradouro, para o resto da vida com outro. Não haverá mais necessidade, desespero ou medo. Só então, vamos compreender verdadeiramente que o amor nunca foi perdido, apenas deslocado, para fins de aprendizagem. Nunca podemos realmente perder aquilo que nos dá a vida, quem somos na essência, aquilo que somos feitos.

 

Eli de Lemos

Gratidão

Há frequências tão poderosas que podem mudar tudo! O Amor e a gratidão podem transformar vidas, o universo e a própria Vida em si. Criamos a realidade pela nossa atenção, “a energia flui para onde a atenção vai”. No mundo de hoje, do que estamos gratos? Antes de começar indicando qualquer negatividade, pense nisto primeiro: eu sou grata/o pelo sol que brilha a cada manhã! Eu sou grata/o por respirar, pois cada respiração prolonga a minha vida! Eu sou grata/o pela água que bebo; grata/o por esta refeição, grata/o por…

A vida é um desafio, que só pode ser compreendido pela gratidão. Quando somos gratos, percebemos quem realmente somos, o que nos mantém, a constante magia nas nossas vidas. E todos nós temos algo por ser gratos, mesmo que seja apenas por estarmos vivos, a capacidade de sonhar e a coragem para a realização dos nossos objetivos. Quando somos gratos sentimos o Amor, porque não há gratidão sem amor, ser grato é um ato de amor. Quando somos gratos pelo que temos, a nossa energia traz muito mais.

Eu sou grata por ser uma parte da natureza, de pertencer a algo tão perfeito e mágico para além das palavras. Eu sou grata por todos os ensinamentos que recebi na vida e os inúmeros professores que encontrei ao longo do caminho. Eu sou grata por todas as maravilhosas oportunidades que tive e continuarei a ter. Sou grata pela abundância com que a vida me abençoou, a minha família, os meus queridos amigos, todo o amor que me rodeia, a minha criatividade, a minha força para enfrentar cada desafio, cada lágrima, cada sorriso.

Sou grata à Vida, por estar viva, e por ter uma vida! Este é o meu exercício e meditação diária preferida. O você porque é grata/o?

Eli de Lemos

Dimensões de vida

As espirais são a base de tudo, a Divina Proporção. É a forma estrutural de energia e da matéria, é manifestação e empoderamento. Alguma vez questionou porque a nossa vida evolui em “círculos”, a partir de um ponto, passando por 360 graus para “finalizar” quase no ponto de partida? Porque sempre que achamos que fechamos um capítulo da vida, descobrimos novas profundidades do mesmo?

A vida não decorre em círculos, como “a mesma água nunca passa duas vezes por baixo da mesma ponte”. Em cada volta, adiciona novas experiências, novas informações, novas memórias. Cada curva e volta é uma frequência, uma dimensão de perceção e Consciência.

A próxima pergunta relevante seria, qual é o ponto de partida? O que é a singularidade? A Fonte, a mais poderosa energia do universo, como o próprio Einstein descreveu numa carta para sua filha, recentemente mundialmente publicada. A energia que conecta tudo, a inquestionável Energia de Amor. O Amor é o elemento central de todo o ato consciente, a energia que dá vida. A razão pela qual nos movemos para a frente, e para dentro também.

A espiral não é apenas uma forma, uma vez que nada é criado aleatoriamente, serve um propósito, para capacitar a própria vida. É o mais significativo exemplo universal de sua magnificência e eternidade, em que por cada vez volta cria força, adiciona energia e garante a sua próxima dinâmica. Também não é por acaso que, quando a água é submetida a este movimento estrutural, purifica a sua essência e força de vida. Reforça a frequência de amor na água.

Desafiando o tempo e o espaço, a espiral reina em ambos os sentidos e direções. Expande-se a partir da sua singularidade e cria, o tempo e o espaço, a entropia, assim como se direciona para o interior, das camadas externas, em espiral de volta ao centro Fonte, a sintropia. Criando o pulso do Universo, ligando a Fonte com a manifestação, mais rápido do que a velocidade da luz, a constante comunicação e troca de novas informações e possibilidades.

Como toda essa informação se relaciona connosco? Também nós fazemos parte desta manifestação divina. Nós somos feitos em espiral da Consciência e frequências, os nossos corpos dimensionais. Nós também podemos focar a nossa atenção para fora, criar a nossa realidade, e fornecer novas informações à Fonte, ou para dentro, para a Consciência do Coração, e ser UM com a Fonte.

Nós somos os olhos da singularidade. Somos os olhos do próprio Amor.

Eli de Lemos

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