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CONSCIÊNCIA DE ENERGIA UNIVERSAL

As Solfeggio & frequências de Cura Natural (3 6 9)

As frequências Solfeggio estão invertidas! E o que acontece quando frequências de cura natural são invertidas anti horário? Reduz a nossa energia, mantém-nos num nível vibracional muito baixo, bloqueia a nossa verdadeira natureza, desconecta-nos, ao mesmo tempo que nos adoece (multidimensionalmente).

 

A frequências Solfeggio, mundialmente conhecidas por serem as frequências curativas, ou os “sons” (vibrações) da criação, não coincidem com a ordem natural da sequência 3-6-9.

 

“Se você conhecia apenas a magnificência do 3, 6 e 9, então você teria a chave para o universo.”

 

Estamos apenas começando a compreender o conhecimento oculto do mistério 3-6-9. O padrão começa a emergir quando acrescentamos 3’s:

 

0 + 3 = 3

3 + 3 = 6

6 + 3 = 9

9 + 3 = 12 (1 + 2 = 3)

12 + 3 = 15 (1 + 5 = 6)

15 + 3 = 18 (1 + 8 = 9)

18 + 3 = 21 (2 + 1 = 3)

21 + 3 = 24 (2 + 4 = 6)

24 + 3 = 27 (2 + 7 = 9)

27 +3 = 30 (3); 33 (6); 36 (9); 39 (3); 42 (6) … e assim sucessivamente!

 

A mesma sequência aparece nos Números Universais, referidos como “números dos anjos”, números triplos:

 

111 (1 + 1 + 1 = 3)

222 (2 + 2 + 2 = 6)

333 (3 + 3 + 3 = 9)

444 (4 + 4 + 4 = 12) = 3

555 (5 + 5 + 5 = 15) = 6

666 (6 + 6 + 6 = 18) = 9

777 (7 + 7 + 7 = 21) = 3

888 (8 + 8 + 8 = 24) = 6

999 (9 + 9 + 9 = 27) = 9

 

Conseguem ver o padrão agora?

 

Aqui estão as frequências Solfeggio:

174 (3) – 285 (6) – 396 (9) – 417 (3) – 528 (6) – 639 (9) – 741 (3) – 852 (6) – 963 (9) Hz

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Quando separamos as frequências no mesmo nível de vibração, obtemos 3 conjuntos de frequências triplas, cada uma com apenas 3 números:

 

174 (3) / 417 (3) / 741 (3)

282 (6) / 528 (6) / 852 (6)

396 (9) / 639 (9) / 963 (9)

 

A imagem acima, mostra-nos como estes 3 conjuntos de vibrações, juntos formam uma estrela de 9 pontas, uma tripla triangular sobreposta. Se prestarmos atenção vemos como cada ponta indica-nos para o digito central por frequência e assim transforma-se numa roda de frequências:

 

3-6-9-basic-wheel

O padrão 3 6 9, de acordo com esta “roda”, move-se sempre no sentido horário,  para a direita, 3-6-9, 6-9-3 e 9-3-6. É por conseguinte, a ordem natural da Criação e da manifestação evolutiva e construtiva.

 

Em comparação, as Solfeggio movem-se no sentido anti-horário, para a esquerda, daí a 3-9-6 em vez do 3-6-9, 6-3-9 em vez de 6-9-3 e 9-6-3 em vez de 9-3-6. O mesmo se repete com os outros dois conjuntos de frequências.

 

Solfeggio’s:

174 (3) – 285 (6) – 396 (9) – 417 (3) – 528 (6) – 639 (9) – 741 (3) – 852 (6) – 963 (9)

 

 

As Frequências naturais, segundo a roda:

147 (3) – 258 (6) – 369 (9) – 471 (3) – 582 (6) – 693 (9) – 714 (3) – 825 (6) – 936 (9)

 

Estas frequências naturais poderão ser encontradas sob o nome de Solfeggio Mirrors (Espelhos Solfeggio).

 

Eli de Lemos

 

147 Hz –  Solfeggio Mirror – 147Hz Sublimation (Sublimação)

 

258 Hz: Solfeggio Mirror – 258Hz Concentric Ascension (Ascensão Concêntrica)

 

369 Hz: Solfeggio Mirror – 369Hz Inner Harmony  (Harmonia Interior)

 

471 Hz: Solfeggio 471 Hz – Inner Dimension ~ An Alpha to Theta Meditation Journey 

(Inter-dimensionalidade – Meditação de Alpha para Theta)

582 Hz: Solfeggio Mirror – 582Hz Galactic Fire Strand  (Cordão de Fogo Galáctico)

 

693 Hz: Solfeggio Mirror – 693Hz Violet Fire  (Fogo Violeta)

714 Hz: Solfeggio Mirror – 714Hz Reordering of Perception Meditation 

(Reorganizando a nossa Perceção)

825 Hz: Solfeggio Mirror 825Hz Silver Violet Fire (Fogo Violeta Prata)

 

936 Hz: Pineal Gland Activation Solfeggio Meditation 

(Meditação de Ativação da Glândula Pineal)

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Empatia – A Ligação

A Empatia não é um dom só para pessoas especiais. É uma parte de todos nós, um dos nossos mais preciosos sentidos do coração e da alma, uma comunicação de energia, unindo todos os seres universalmente, interiormente, a ligação de alma entre os seres. Não podemos evitar sentir cada Ser tão profundamente. Estamos sempre ligados.

 

 

Durante muito tempo, a capacidade de sentir os outros interiormente, as suas emoções e frequências, a sua dor e alegria, também conhecido como empatia, foi assumida como um dom especial, uma extraordinária capacidade reservada apenas para alguns seres sortudos e iluminados, os “extra sensitivos”, os PES (“Perceção Extra-Sensorial”), os paranormais e  médiuns, mas não uma característica comum. O que terão essas pessoas que a maioria desconhece? Um sentido de conexão, um vínculo espiritual com a Fonte e com o mundo ao seu redor!

 

 

A palavra empatia deriva da antiga palavra grega ἐμπάθεια (empatheia), que significa “afeto físico ou paixão”. Oficialmente, “empatia é a capacidade de compreender ou sentir o que o outro (um humano ou animal não humano) sente a partir de dentro de outro quadro de referência, i.e., a capacidade de colocar-se a si mesmo na posição de outro.” A não ser confundido com o conceito de simpatia, “a perceção, o entendimento e a reação à angústia ou necessidade de outro ser humano.”

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A empatia e a simpatia são frequentemente confundidas. Simpatia é o reconhecimento da dor e sofrimento de alguém, de uma perspetiva separada (física e emocionalmente), enquanto a empatia é literalmente sentir na sua própria “pele”. Qualquer pessoa pode ser simpática, sem ser realmente verdadeira ou estar preocupada. As palavras enganam sempre que o coração está fechado.

 

 

A empatia é como os votos de casamento: “prometo ser-te fiel, amar-te e respeitar-te, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, todos os dias da nossa vida…”. Não podemos evitar sentir a dor que paira à nossa volta, e por esse motivo, para muitos a empatia é compreendida como uma maldição. Essa é também a principal razão pela qual a maioria das pessoas prefere a abordagem simpatética. É mais fácil, menos dolorosa e socialmente aceite. Esta é a forma que nos foi ensinada.

 

 

Assim que nos entregamos ao nosso caminho espiritual, muitas mudanças começam a acontecer dentro de nós. Começamos por (re)conectarmo-nos interiormente, a energia do nosso corpo físico, as nossas emoções, a nossa alma e o nosso propósito de vida. Quanto mais nos ligarmos à nossa alma, mais nos reconectamos com o Uni-multiverso e a Fonte. Quanto mais praticarmos, maior será a nossa comunhão com o eterno fluxo da Energia Universal (Rei).

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Como já sabemos, pois lá estamos há algum tempo, a primeira fase de ligação com a Fonte é a desintoxicação, física, e mais importante, emocionalmente (energicamente), para libertar o nosso Ser espiritual de vibrações densas que nos atrasem na cadeia evolutiva. E porque de momento ainda há muito sofrimento no geral para nos desapegarmos, esse seria o mais frequentemente sentido. A cura começa sempre quando os bloqueios são libertados com o nosso Amor e compreensão. Só após esta fase, o equilíbrio interior e espiritual ressurge. Com a empatia, uma vez que começarmos a abrir os nossos corações, reconectamo-nos com toda a Vida à nossa volta, e mais fortemente quando estamos emocionalmente ligados a alguém ou a alguma coisa. Começamos a sentir a energia de outras pessoas tão profundamente quanto a nossa própria. Este é o primeiro desafio, saber se a energia é nossa ou de outra pessoa(s).

 

 

Existe um grande motivo pelo qual devemos sentir a dor dos outros. A empatia é a união dos seres. “Eu sinto-te porque somos UM!” Para alcançarmos a próxima fase da evolução da humanidade, da Consciência Individual (Ego) para a Consciência Coletiva (Unidade), precisamos conectar-nos. A melhor maneira de os seres humanos se entenderem uns aos outros é sentindo as suas dores. Embora possa parecer tresloucado, a história tem-no provado vezes sem conta, como os momentos dolorosos são também aqueles que mais nos unem. Coletivamente, une-nos em um objetivo comum. Individualmente, ensina-nos como tratar os outros com respeito e compaixão, Amor. Acredito realmente que uma das principais razões para todo o egoísmo, a discriminação e a ignorância social reside na falta de empatia e ligação com o universo. Se podermos sentir o quanto magoamos as outras pessoas e como, ao mesmo tempo, nos magoamos no processo, iremos parar, nem que seja em modo automático de mecanismo de autodefesa. ” Não faças aos outros o que não queres que façam a ti.” – Confúcio

 

 

Não sentimos a dor de outras pessoas para as podermos curar. A pergunta mais frequente de um empático é: “O que devo fazer com esta capacidade?” Agora, já sabemos! Serve para a nossa autoproteção e balanço energético, porque poderá salvar-nos em muitas circunstâncias, de situações e pessoas tóxicas É uma defesa energética. Funciona sempre em prol do nosso bem-estar e aprendizagem do Amor, o objetivo da vida. O amor é a ligação e a meta final. A empatia é a primeira pedra para a construção de uma sociedade em Amor e com compaixão. A cura interior é um dever individual. Cada um de nós tem as suas missões pessoais, e as dores fazem parte.

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Por último, o que podemos fazer com a empatia, como podemos usar esta habilidade para o bem de todos? Podemos amplificar-nos uns aos outros!

 

 

Por favor, veja o vídeo:

 

Eli de Lemos

A ilusão de “Controlo”

É um “control freak”? Então este artigo é para você. Na realidade todos nós somos, todos pensamos que podemos controlar a realidade de nossas vidas, o nosso futuro, e alguns até mesmo o mundo. Como em tudo, há um pouco de verdade por trás desta ilusão.

 

A vida não acontece apenas, ela progride! Criamos as suas bases e dai flui naturalmente a seu próprio ritmo. As nossas vidas não são só nossas. A vida acontece a todos os níveis, ao mesmo “tempo”, é multidimensional, como tudo o resto. As nossas vidas também pertencem à nossa alma e Eu Superior, à Consciência Colectiva e universalmente à Fonte. Quão pouco sabemos ou nos lembramos das dimensões superiores. Como podemos controlar, do mais baixo nível de percepção aquilo que ainda não conseguimos sentir e compreender na sua totalidade?

 

Só podemos “controlar” o que podemos compreender e nada mais. Tudo o resto cai fora do nosso alcance, como a vontade dos outros, os acordos da nossa alma e o verdadeiro propósito de todas as manifestações. Não podemos realmente controlar os outros ou ser controlados a menos que o autorizemos, conscientemente ou não! Não podemos perder o nosso controlo, apenas dá-lo.

 

Muito semelhante ao eterno enigma do ovo e da galinha, será a energia que nos “controla” ou nós que “controlamos” a energia? A resposta reside sempre dentro da fonte. E a fonte sempre expande a partir de uma singularidade. A nossa fonte é a energia. Energia é o que somos por essência e o que nos permite existir, explorar e criar.

 

O que podemos realmente controlar? Individualmente, é ainda extremamente difícil de controlar o nosso próprio subconsciente, emoções e pensamentos. Podemos controlar o que fazemos, como reagimos e agimos conscientemente, e todo o resto são feedbacks e orientações. Os pensamentos e emoções não são nossa propriedade ou identidade, apenas reflexos da nossa frequência interna e os nossos aliados na missão. Basicamente, podemos e devemos controlar a nossa frequência interna e como cocriamos a realidade e o mundo de todos. Somos criadores, sim, e responsáveis por qualquer frequência que atraímos e projetamos. Somos responsáveis por como afetamos o mundo e como o mundo nos afeta.

 

Mais preocupante do que a ilusão de controlar tudo e todos à nossa volta, é a facilidade com que tendemos a dá-lo aos outros, o controlo sobre a nossa própria vida. Quando se trata de relações e intercâmbios de energia, sentimos como se confiar no outro é sinónimo de entregar-lhes o nosso controlo. Damos tudo por “amor”, permitimos que os outros nos definam, e eventualmente pagamos o preço. Perdemo-nos, a única coisa que podemos controlar. Confiar no Universo ou em alguém não é abdicar do nosso caminho e missão. Confiar significa deixar ir aquilo que não podemos controlar e desfrutar o fluxo de vida e as lições aprendidas.

 

A necessidade de controlo é a nossa maior ilusão. Embora possamos nos sentir como o rei (ou rainha) do mundo no momento, apenas reflete os nossos medos e inseguranças. Somente tentamos controlar aquilo que não compreendemos e mais tememos. Nisto, separamo-nos do resto do mundo e dos outros, individualizamos e isolamo-nos, desconectando da Fonte. A verdadeira essência do universo reside num equilíbrio universal, uma eterna cooperação entre todas as coisas, os seus propósitos de existência e funcionalidades, e como cada peça complementa o conjunto. Somos Todos UM só.

 

O Universo não controla nem permite que seja controlado, ele coopera entre iguais!

 

Eli de Lemos

Chakras de Energia Feminina e Masculina

Geralmente, toda a existência manifesta-se em conformidade com o fundamental duo de dinâmica de energia, a energia feminina e masculina. Assim é o princípio hermético de Gênero: “O Gênero está em tudo; tudo tem o seu princípio masculino e o seu princípio feminino; o gênero manifesta-se em todos os planos.”- O Caibalion

 

Estas dinâmicas contraditórias são a base das dimensões físicas e etéricas, assim como a nossa ligação constante à origem. De um ponto de vista científico, o masculino é a energia que representa a entropia universal, que permite a expansão de energia em infinitas formas de ser, enquanto a energia feminina remete para a sintropia, a Fonte sempre presente interiormente ou o regresso da Consciência à Fonte.

 

“Estas energias são dois aspetos do Um. Portanto, elas não são realmente opostas ou duais; elas são uma; elas são duas faces de uma energia.” – Helder de Andrade

 

Juntos, em uníssono e nunca em oposição, mantêm a harmonia perfeita de todas as criações, o equilíbrio universal da consciência universal. É este perpétuo equilíbrio e eterna dança fluida que sustém o universo, a sua vida e todos os princípios herméticos, e mais particularmente o princípio de Ritmo.

 

“Tudo tem fluxo e refluxo; tudo tem as suas marés; tudo sobe e desce; tudo se manifesta por oscilações compensadas; a medida do movimento à direita é a medida do movimento à esquerda; o Ritmo é a compensação.” – O Caibalion.

 

Em outras palavras, ou filosofias, a forças femininas e masculinas constituem o TAO, o Yin Yang em movimento eterno, pulsando, vibrando, respirando, sustentando um ao outro, para sempre, garantindo a nossa vida eterna.

 

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O mesmo se aplica, naturalmente, ao nosso sistema de chakra, desde os mais básicos 9 aos em constante manifestação e expansão Chakras superiores, dependendo do nível de frequência e dimensionalidade em que a vida se manifesta.

 

Energia Feminina: A Contração (Sintropia)

A energia feminina representa o Berço, a energia fonte de onde provém toda a Vida, e para onde regressa. É a nossa união com o eterno Amor, o amor inconfundível e único de mãe. Representa o nosso lado mais emotivo, e introspetivo, a contração do Ser físico à sua essência energética, a sua ligação á Raiz, o nosso sempre presente cordão umbilical com a Consciência Universal.

 

Energia Masculina: A Expansão (Entropia)

A energia masculina é o seu oposto. Representa todo o nosso poder de manifestação, de criação. É exteriorização, extroversão e a projeção do Ser. A Consciência expandida para fora de si própria, para que se possa visualizar e sentir-se em toda a sua diversidade e criatividade.  É o aspecto prático da Fonte, direcional e objectivo, claro e racional, o que podemos ver com os nossos olhos, sentir com as nossas mãos, é o universo físico.

formas femininas e masculinas

Os Chakras:

Chakras Femininos e Masculinos

Chakra: Portal do Eu Superior – Chakra Masculino (Expansão do Ser para o Cosmos)

Chakra: Coroa – Chakra Feminino (Ligação interior com a Fonte, contração)

Chakra: 3ª Visão – Chakra Feminino (Comunicação com a Fonte, Intuição; contração)

Chakra: Garganta – Chakra Feminino (Comunicação com o Eu Interior, Introspeção – Honestidade; contração)

Chakra: Plexus Solar – Chakra Masculino (Expansão do Ser, Acão e Coragem)

Chakra: Sacral (Sexual) – Chakra Masculino (Expansão do Ser Social)

Chakra: Raiz Física – Chakra Masculino (Identidade Individual, O Eu Físico)

Chakra: Raiz Energética – Chakra Feminino (Ligação interior com Coração, contração)

Chakra: Portal de Gaia – Chakra Feminino (Ligação com Gaia; contração)

 

Eli de Lemos

A verdadeira Cura

O Amor cura, harmoniza, e restaura a paz do Ser, se simplesmente acreditarmos no seu poder regenerador. Mas para isso precisamos reabrir a porta entreaberta do auto conhecimento e finalmente honrarmos a nossa verdadeira natureza e todo o nosso potencial.

 

Caminhamos para um mundo novo, onde o respeito, a empatia, a honestidade e a compaixão não necessitam ser relembrados a cada passo, nem ensinados por obrigação. É sem dúvida importante ajudarmo-nos uns aos outros, ampararmos quem realmente precisa, mas também é imperativo compreendermos de que em essência não necessitamos de mais ninguém para nos levantarmos. Esta é a verdadeira chave da nossa “ascensão”, a salvação que transformará a humanidade, a verdade que nos libertará!

 

“Se a sua compaixão não inclui a si mesmo, ela é incompleta.” – Buda

 

Compreendermos o potencial do amor-próprio e da auto-cura é o elo que nos faltava. Ao invés de desistirmos de nós próprios e dependermos emocionalmente dos outros, se todos se lembrassem de como no fundo é tão fácil cuidarmo-nos de nós mesmos, tudo seria muito diferente e mais fácil. É um ato de Amor, o mais importante ato de Amor!

 

Se não nos amarmos nas mais pequenas coisas, no nosso dia-a-dia com todas as suas trivialidades, então não sabemos amar. Se não nos sabemos amar, também não saberemos amar mais ninguém. A aprendizagem do Amor começa por nós, dentro de nós e para connosco próprios.

 

Se tudo o que nos acontece na vida são lições, então a cura é o nosso exame final. Só aprenderemos a lição assim que a cura esteja completa. A nossa cura individual é da nossa inteira responsabilidade.

 

Não seria agradável e mais saudável, se todos pudéssemos conviver sem o peso da dependência? Os nossos relacionamentos tornar-se-iam mais sinceros, de pura troca de energia saudável, amor e amizade no seu melhor, sem interesses obscuros, máscaras ou falinhas mansas. Poderíamos começar a confiar uns nos outros e aproveitar o tempo e a nossa energia para construir momentos mais significativos e evoluirmos enquanto entidade coletiva, uma realmente humanidade unida.

 

Estes não são sonhos que não possam ser transformados em realidade. E não depende dos outros, mas começa em cada um de nós. Queremos um mundo melhor, então por que esperamos? Esse mundo começa agora! Façamos cada um a nossa parte, vamos dar o exemplo, e assim, um por um, todo o mundo se transformará diante dos nossos olhos.

 

Eli de Lemos

O paradoxo da Lei da Atracção

A Lei da Atracção tem sido uma das mais populares redescobertas da New Age. Prometeu resolver todos os nossos problemas e transformar a nossa vida. Será que resultou? Afinal, no que se trata à sua prática, alguns princípios importantes da física foram “esquecidos”.

 

O seu principal conceito é que “semelhante atrai semelhante”. O pensamento positivo atrai resultados positivos e assim por diante. Cada um de nós atrai os nossos desejos mais íntimos (ou medos), e pessoas com a mesma mentalidade, se nos concentrarmos suficientemente. Podemos atrair riqueza, amor, saúde e tudo o que desejarmos. Até mesmo Einstein referiu que “tudo é energia e isso é tudo o que há. Sintonize a realidade que você deseja e inevitavelmente essa é a realidade que você terá. Não tem como ser diferente. Isso não é filosofia. É Física!”

 

No entanto, de acordo com a Lei de Coulomb, da física, no que diz respeito à força de interacção entre partículas estáticas carregadas electricamente: “A força de interacção entre as cargas é “atractiva se as cargas tiverem sinais opostos… repulsiva se as cargas tiverem o mesmo sinal”, que significa que os semelhantes repelem-se e os opostos atraem-se. …Sendo tudo energia, então qual é a verdade?

 

Pessoalmente, quando ouvi falar da Lei da Atracção pela primeira vez, fiquei absolutamente fascinada. Pratiquei o mais que podia, e senti-me um pouco frustrada relativamente aos resultados. Depois de algum tempo e de muito pensar sobre o assunto, percebi como o nosso subconsciente desempenha um grande papel no processo. Enquanto o medo controlar a nossa mentalidade e reacções, isso é exactamente o que iremos obter. Daí a importância do pensamento positivo, o amor-próprio acima de tudo e a nossa fé pessoal. A verdade é que as situações “negativas” não desaparecem, mas em vez disso dá-nos a força interior para sentir a diferença e sair de livre vontade. Ela capacita-nos!

 

Então como é que se relaciona com a Lei de Coulomb? O seu principal objectivo é a forma como as duas cargas (electrões negativos e protões positivos) combinadas resultam em uma carga neutra. Outra maneira de explicar é se combinarmos ambos os “lados”, estes tornam-se Um. Anulam-se mutuamente e uma outra “realidade” manifesta-se, o equilíbrio. Não é isso que fundamentalmente constitui a dimensão da Unidade?

 

Talvez o que a Lei da Atracção diz respeito é como ser neutro e obter pleno equilíbrio interior. Nem no pensamento positivo ou negativo, mas para além de dualidade, e julgamento. Talvez descreva uma nova dimensão, que ainda estamos tentando atingir e compreender. Neste sentido, neutro atrairia neutro, uma maior consciência atrairia mais consciências semelhantes. Então podemos facilmente compreender como estados mentais neutros tais a meditação, ou até mesmo como meditações em grupo enviando intenções de amor afectam o nosso planeta, a humanidade e transformam o nosso próprio ADN.

 

Este poderia provar definitivamente que o Amor é uma energia neutra, a essência da consciência e a fonte primordial.

 

Eli de Lemos

O próximo grande passo

O nosso caminho espiritual nunca termina. Há sempre um novo passo à frente, um novo desafio. Qual é o próximo passo?

 

Parabéns a todos os que estão a ler este artigo. Percorreram um longo caminho, superando enormes resistências, questionando a vossa fé e crenças inúmeras vezes. Sobreviveram, mais fortes do que nunca. Este é o caminho da consciência e evolução, para além das palavras, limitações racionais, além da imaginação mais fértil.

 

Conseguimos algo de verdadeiramente notável e extraordinário, somos agora uma consciência coletiva, uma humanidade mais unida. Para a maioria de nós, os nossos principais objectivos não são mais os sucessos individuais, mas uma sociedade pacífica e compassiva, direitos iguais e melhores para todos os seres vivos. Podemos não o “ver” ainda em cada esquina, mas podemos sentir nos nossos corações! Está a acontecer!

Community-Unity

Aprendemos a importância da Unidade. Podemos contemplar o seu conhecimento, cada um de nós adicionando e partilhando as nossas perspectivas únicas para alcançar tal estado globalmente, juntos, como UM só. Ainda há trabalho a ser feito. Individualmente, ainda não estamos plenamente conscientes de todas as implicações e condições básicas, ainda estamos inconscientemente agarrados ao medo, ao que “ainda está errado neste mundo”. Enquanto algo ou alguém nos incomodar ou quebrar os nossos corações esperançosos, enquanto sentirmos as situações em termos de certo ou errado, luz ou escuridão, não estamos totalmente comprometidos com a dimensão da Unidade.

 

A próxima etapa é o maior salto de fé. Confiar no universo, confiar plenamente na Consciência Universal, o nosso Criador. Confiar que não há dualidade, nenhum julgamento, ou batalhas interiores e exteriores a serem combatidas. Temos de elevarmos, “corresponder a frequência que queremos” à experiência e realidade que queremos manifestar. Lembrem-se de como cada desafio é uma lição, uma frequência transitória para alcançar um resultado superior. Fazemos a paz pela paz, amamos por amor, e não chegaremos lá obrigando os outros a escolher lados….não há lados, não há separação!

 

Entrar na Consciência de Unidade, significa aceitar tudo, sem fazer perguntas, sem nenhum julgamento de qualquer espécie. Entender como tudo serve um objetivo maior. Não há excepções!

 

Cada vez que nos sentimos presos, estagnados ou pressionados e ansiosos, o nosso instinto mental imediatamente nos direciona para: “O que há de errado comigo” ou “o que fiz de errado?” Devemos valorizar todos os sentimentos e emoções, como sinais da nossa condição actual e frequência e nada mais.

 

Somos ondas de energia em constante transformação de frequência, não somos linhas rectas! Nada é permanente a não ser a própria impermanência. Oscilamos em frequência, contraímos e expandimos, é o nosso estado natural. Se compreender isto, estamos prontos para o próximo passo e transcendermos para a próxima dimensão, apenas esperando por nós.

 

Eli de Lemos

Eu Sou

Define-se em duas palavras: “Eu sou!”

 

Eu sou humano; eu sou um ser físico. Eu sou energia, eu sou uma alma e coração em forma pura. O que hoje sou, não é o que era ontem, e amanhã pode não ser.

 

Quem somos não nos define. Somos qualquer coisa e tudo o que quisermos ser. Sem separação ou limitações, somos pura manifestação de poder, intemporal, infinito e em constante mudança. Somos acima de tudo: energia!

 

A autodefinição e rotulagem nada mais é do que uma pena de prisão racional. Diminui a nossa verdadeira natureza e só permite refletir uma pequena verdade do ser, a ponta do icebergue, se não menos. Somos muito mais do que um nome, um corpo ou uma personalidade.

 

A nossa natureza é a transformação. O que e como era quando começou a ler este artigo não será o mesmo que quando o terminar. A Informação, o conhecimento, a orientação interior, transforma-nos e somos constantemente bombardeados a cada segundo da nossa existência consciente. Aprendemos, absorvemos, e expandimos interiormente.

 

O que é esta necessidade de definição? Por que razão nos sentimos obrigados a limitarmo-nos, justificarmo-nos a cada atitude? Por que razão nos sentimos tão perdidos sem uma definição concreta? E por que não ao invés aceitar a “nenhuma forma”, ou “todas as formas”, tudo o que fomos, somos e poderemos vir a ser? É porque ainda deixamos que seja o nosso raciocínio mental a controlar o pensamento, de sua lógica limitada e característica falta de imaginação, o medo do desconhecido. É porque ainda não nos habituamos a apenas sentir a partir da consciência do coração, aceitar a nossa eternidade, e preencher o espaço do nosso ser espiritual!

 

O que somos é sempre por escolha. Escolhemos restringir-nos, da mesma forma que podemos escolher a nossa liberdade. Somos o nosso próprio Criador!

 

” A imaginação é mais importante que o conhecimento. O conhecimento é limitado. A imaginação envolve o mundo, estimulando o progresso e dando origem à evolução.” – Albert Einstein

 

Eli de Lemos

A Perfeição do Imperfeito

A perfeição parece ser o objetivo mais comum, o corpo perfeito, a vida perfeita, o mundo perfeito. Quanto mais a tentamos atingir, mais insatisfeitos e infelizes nos tornamos, connosco próprios e com o mundo à nossa volta. E se esta “perfeição” por que tanto ansiamos não fosse nada mais do que um desejo inatingível e irrealista?

 

Será que a perfeição realmente existe? Se sim, poderia esta coexistir com a constante e fluente evolução? Se a perfeição, segundo a interpretação corrente da nossa humanidade, é o exponente máximo de harmonia e a finalidade da existência, então este seria alcançável e a evolução deixaria de existir. Num universo (multiverso) infinito, isso simplesmente não faria qualquer sentido. Provavelmente será o nosso conceito de perfeição que é incorreto e mal interpretado.

 

O conceito básico de que precisamos de melhorar-nos constantemente, sermos mais do que somos, é a principal causa de toda a insatisfação humana e sofrimento mental e emocional. Se temos de melhorar é porque obviamente não somos bons o suficiente.

 

Quando mudamos a nossa perceção da mente racional para a consciência e inteligência do Coração, é como renascermos num mundo paralelo. Uma dimensão diferente da vida em harmonia, em que o objetivo da existência não é tornarmo-nos algo mais, nem alcançar nada, mas simplesmente e apenas SER, o que e quem somos desde o princípio.

 

Neste universo, dentro do nosso multiverso, a perfeição não é um objetivo, é o que já somos, exatamente como “viemos”. Chegamos à vida como seres perfeitos e únicos, manifestações da consciência universal.

 

As plantas, as árvores, flores, e rochas etc., são todos diferentes uns dos outros e brilhem pela sua autenticidade, sem se preocuparem ou desejarem ser como os outros. Há beleza em todos e em cada um. Como o fluxo de água, todos os possíveis obstáculos são superados pela aceitação e não pela resistência da essência.

 

A verdadeira perfeição reside no imperfeito.

 

A Imperfeição por outras palavras é singularidade, originalidade e o infinito em ação. A partir de uma consciência e perceção mais elevada, ser imperfeito é ser diferente, ser real e uma possibilidade única de compreender o mundo. Para além do certo ou errado, bom ou mau, nenhuma imperfeição se repete exatamente. Todos nós somos espécimes perfeitos de imperfeição, probabilidades de manifestações infinitas e únicas por natureza.

 

Assim, a Evolução ganha uma nova e mais poderosa perspetiva. Não se trata de transformação ou transcendência física ou de perceção, a menos que sejamos lagartas e a transformação esteja na nossa natureza, mas sim de abraçar a nossa essência interior e aceitar a nossa forma de existência, a nossa natureza original.

 

Não precisamos de melhor, apenas olhar interiormente e encontrar a perfeição no que já existe, sempre presente pela Fonte que há em nós.

 

Eli de Lemos

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